
Apicultura na região do Baixo São Francisco
02.11.2008
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O mel produzido por Erinaldo Corrêa é vendido em uma banca no centro da cidade e cada pote de 200ml custa R$ 15.José Soares de Brito Sobrinho trocou a produção de mel pela de pólen há dois anos. Ele está satisfeito com a mudança.
“O pólen dá muito mais dinheiro do que o mel. Mais do que 50%”, diz o produtor.
José Soares de Brito Sobrinho tem 60 colméias, mas só 20 estão em produção. Cada uma com cerca de 50 mil abelhas. O enxame busca nas flores dos coqueiros a proteína necessária para sobreviver. Quando as abelhas voltam para as colméias, uma rampa derruba o pólen para os coletores.
“Hoje, com meus 20 coletores, estou tirando um salário e meio por mês. E quando tiver meus 60 coletores produzindo serão de três salários para cima, não menos do que isso”, calcula José Soares de Brito Sobrinho.
“Nossa tendência é crescer realmente, porque o pólen é um alimento muito bom, benéfico à saúde humana”, diz a presidente da Associação de Criadores de Abelhas, Jucilene Santana dos Santos.
O pólen é um alimento para ser consumido puro ou misturado em frutas, com iogurte ou no próprio mel. O pólen de Brejo Grande é rico em aminoácidos, necessários para o desenvolvimento humano.
“É um pólen que vem agregar mais saúde, vitalidade para o ser humano, com suas propriedades específicas para cada caso”, diz José Soares de Aragão, do Sebrae-SE.
Os produtores de Brejo Grande contam com uma unidade de beneficiamento, onde é feita a pesagem, o controle das médias de produção de cada colméia e a limpeza do pólen.
“Tiro as abelhas mortas, as asas, as pernas e algum própolis ou alguma bagaça de alguma florada e cai no cocho”, conta José Soares de Brito Sobrinho.
O congelamento a -16ºC mata os microorganismos. Dois dias depois, vai para uma estufa de ventilação. Em 30 horas, passa por duas secagens para desidratar. O projeto de apicultura do Sebrae se estende por outras regiões de Sergipe. Em São Cristóvão, cidade histórica de 418 anos, o Sebrae apóia 39 famílias de produtores de mel.
De uma parceria com um banco vieram recursos para a construção de uma casa de beneficiamento e a compra de maquinário. A unidade tem capacidade para beneficiar 10 mil quilos de mel por ano, e o objetivo é dobrar a produção até 2009. Para isso, o Sebrae tenta melhorar a gestão dos pequenos negócios.
“Transformar os produtores rurais em empresários rurais, já que eles têm investimentos, pedem financiamentos, e esses financiamentos têm que ser revestidos em lucro”, esclarece Marianita Mendonça, do Sebrae-SE.
São Cristóvão tem apiários com abelhas africanas em abundância e possui também meliponários, lugares onde são criadas abelhas da espécie uruçu, que não têm tem ferrão.
“Eu crio abelha uruçu tanto como uma renda familiar como uma terapia”, diz o produtor rural Erinaldo dos Santos Corrêa.
Sem ferrão, a abelha uruçu não oferece nenhum risco. As colméias podem ser instaladas no quintal, ao lado de casa. Ninguém vai levar uma ferroada, e o produtor não precisa gastar com roupas especiais de segurança, que custam caro e estragam rápido.
Erinaldo Corrêa enfia um canudo de plástico na caixa das abelhas e, com uma seringa, suga o mel e já enche o pote. O produto já está pronto para consumo. O sítio tem cem caixas de abelhas urucu. De cada uma são retirados cinco litros de mel por ano. O mel é vendido em uma banca no centro da cidade. Cada pote de 200ml é vendido por R$ 15.
“Tem dias que eu chego a vender 50 vasos de mel de meio litro”, conta Erinaldo Corrêa.
“É um mel de qualidade, gostoso”, elogia o cliente Quintino Ribeiro Neto.
Com o projeto do Sebrae, o faturamento aumentou 50%, e o produtor, que no começo enfrentou muita dificuldade, não cansa de agradecer aos clientes.
“Eu chego até a me emocionar pela confiança que eles têm em mim. Compram o mel de onde tiro o sustento dos meus filhos. Dou graças a Deus por isso”, finaliza Erinaldo Corrêa.
Para obter mais informações sobre o apoio do Sebrae aos projetos de apicultura, procure um posto de atendimento mais perto de você ou visite o http://www.sebrae.com.br/.
02.11.2008
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O mel produzido por Erinaldo Corrêa é vendido em uma banca no centro da cidade e cada pote de 200ml custa R$ 15.José Soares de Brito Sobrinho trocou a produção de mel pela de pólen há dois anos. Ele está satisfeito com a mudança.
“O pólen dá muito mais dinheiro do que o mel. Mais do que 50%”, diz o produtor.
José Soares de Brito Sobrinho tem 60 colméias, mas só 20 estão em produção. Cada uma com cerca de 50 mil abelhas. O enxame busca nas flores dos coqueiros a proteína necessária para sobreviver. Quando as abelhas voltam para as colméias, uma rampa derruba o pólen para os coletores.
“Hoje, com meus 20 coletores, estou tirando um salário e meio por mês. E quando tiver meus 60 coletores produzindo serão de três salários para cima, não menos do que isso”, calcula José Soares de Brito Sobrinho.
“Nossa tendência é crescer realmente, porque o pólen é um alimento muito bom, benéfico à saúde humana”, diz a presidente da Associação de Criadores de Abelhas, Jucilene Santana dos Santos.
O pólen é um alimento para ser consumido puro ou misturado em frutas, com iogurte ou no próprio mel. O pólen de Brejo Grande é rico em aminoácidos, necessários para o desenvolvimento humano.
“É um pólen que vem agregar mais saúde, vitalidade para o ser humano, com suas propriedades específicas para cada caso”, diz José Soares de Aragão, do Sebrae-SE.
Os produtores de Brejo Grande contam com uma unidade de beneficiamento, onde é feita a pesagem, o controle das médias de produção de cada colméia e a limpeza do pólen.
“Tiro as abelhas mortas, as asas, as pernas e algum própolis ou alguma bagaça de alguma florada e cai no cocho”, conta José Soares de Brito Sobrinho.
O congelamento a -16ºC mata os microorganismos. Dois dias depois, vai para uma estufa de ventilação. Em 30 horas, passa por duas secagens para desidratar. O projeto de apicultura do Sebrae se estende por outras regiões de Sergipe. Em São Cristóvão, cidade histórica de 418 anos, o Sebrae apóia 39 famílias de produtores de mel.
De uma parceria com um banco vieram recursos para a construção de uma casa de beneficiamento e a compra de maquinário. A unidade tem capacidade para beneficiar 10 mil quilos de mel por ano, e o objetivo é dobrar a produção até 2009. Para isso, o Sebrae tenta melhorar a gestão dos pequenos negócios.
“Transformar os produtores rurais em empresários rurais, já que eles têm investimentos, pedem financiamentos, e esses financiamentos têm que ser revestidos em lucro”, esclarece Marianita Mendonça, do Sebrae-SE.
São Cristóvão tem apiários com abelhas africanas em abundância e possui também meliponários, lugares onde são criadas abelhas da espécie uruçu, que não têm tem ferrão.
“Eu crio abelha uruçu tanto como uma renda familiar como uma terapia”, diz o produtor rural Erinaldo dos Santos Corrêa.
Sem ferrão, a abelha uruçu não oferece nenhum risco. As colméias podem ser instaladas no quintal, ao lado de casa. Ninguém vai levar uma ferroada, e o produtor não precisa gastar com roupas especiais de segurança, que custam caro e estragam rápido.
Erinaldo Corrêa enfia um canudo de plástico na caixa das abelhas e, com uma seringa, suga o mel e já enche o pote. O produto já está pronto para consumo. O sítio tem cem caixas de abelhas urucu. De cada uma são retirados cinco litros de mel por ano. O mel é vendido em uma banca no centro da cidade. Cada pote de 200ml é vendido por R$ 15.
“Tem dias que eu chego a vender 50 vasos de mel de meio litro”, conta Erinaldo Corrêa.
“É um mel de qualidade, gostoso”, elogia o cliente Quintino Ribeiro Neto.
Com o projeto do Sebrae, o faturamento aumentou 50%, e o produtor, que no começo enfrentou muita dificuldade, não cansa de agradecer aos clientes.
“Eu chego até a me emocionar pela confiança que eles têm em mim. Compram o mel de onde tiro o sustento dos meus filhos. Dou graças a Deus por isso”, finaliza Erinaldo Corrêa.
Para obter mais informações sobre o apoio do Sebrae aos projetos de apicultura, procure um posto de atendimento mais perto de você ou visite o http://www.sebrae.com.br/.

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