quinta-feira, 13 de novembro de 2008

EKOSETHOS SOCIOAMBIENTAL


EKOSETHOS SOCIOAMIENTAL ONG

NOSSA MISSÃO

Promover o processo evolutivo de inclusão e inserção socioambiental sustentável; formentar a mobilidade educacional emancipadora das pessoas alienadas, fundamentada na prática vivencial de IESHUAH MASHIACH: defensor ferrenho do meio ambiente ecologicamente equilibrado; formar pessoas cidadãs comprometidas na construção de uma sociedade ekosethos equilibrada, transformadora da história atual: onde aconteça as atitudes proativas solidárias, espontâneas, dinâmicas, responsíveis, organizadas, flexíveis, éticas, desmitificadoras de mitos urbanos e de lendas campesinas, desrespeitadoras da sadia qualidade de vida humana planetária equilibrada e integral.

VISÃO PROATIVA

Ser referencial transnacional em educação socioambiental equilibrada e flexibilidade dialógica, reconhecida por:
1. Excelência inserciva socioambiental ;
2. Excelência na difusão ekosethos espontâneo;
3. Práxis empreendedora proativa responsível;
4. Preservação do meio ambiente ecologicamente equilibrado;
5. Reflorestamento dos biomas em extinção;
6. Mobilização pela criação de parques ecológicos e reservas ambientais sustentáveis;
7. Racionalizar o uso de fontes renováveis socioambientais;
8. Executar a gestão socioambiental estratégica, tática e lógica dos recursos naturais, biotecnológicos, bioquímicos, biocibernéticos...;
9. Responsabilidade ekosethos socioambiental em defesa da pessoa humana integral e do meio ambiente ecologicamente equilibrado;
10. Execução de ações proativas transformadoras da realidade histórica atual: coleta seletiva;
11. Implementar o processo evolutivo de oralidade holística dialógica, em meio aos conflitos e aos desafios existenciais vigentes agora;
12. Resgatar a perspectiva de vida humana planetária integral e equilibrada;





PRINCÍPIOS:

1. Consciência Ekosethos espontânea, em defesa da perspectiva de vida humana integral;
2. Proteger e preservar o meio ambiente ecologicamente equilibrado hoje e sempre;
3. Visão empreendedora sustentável do meio ambiente ecologicamente equilibrado;
4. Compromisso responsível: acerca da sadia qualidade de vida no caos e no cosmos;
5. Combater a extinção estrutural do meio ambiente ecologicamente equilibrado;
6. Articular a biodiversidade sustentável nos núcleos de coleta seletiva;
7. Executar a prática inserciva das pessoas deletadas pelo sistema detentor do poder atual;
8. Práxis dialética profética responsível;
9. Práxis democrática participativa responsível;
10. Práxis transformadora da realidade histórica brasileira decadente;

sábado, 8 de novembro de 2008

MISSÃO INSTRUTIVA DE EDUCAR


MISSÃO INSTRUTIVA DE ENSINAR E EDUCAR


A arte de ensinar e educar: são condições primordiais à concretização do desenvolvimento sustentável da pessoa humana integral e ao exercício da justiça e da cidadania, como urgência transnacional; que exige a nossa capacidade de realizar; competência de gestão administrativa; atitude responsível socioambiental ecologicamente equilibrada; postura ética transformadora da decadente estrutura da ordem pública: em processo evolutivo de inclusão financeira proativa, das pessoas excluídas de ter uma vida próspera, abençoada feliz e fé salvífica em ELOHIM HESED.
Declaração Universal dos Direitos Humanos Artigo 26

O Centro EkosEthos como morada do caráter da pessoa humana integral, tem a missão de instruir, ensinar, e educar focada na capacidade de realizar; na competência de gestão administrativa; na atitude responsível socioambiental ecologicamente equilibrada; na postura ética imparcial, transformadora da decadente estrutura da ordem pública: em processo evolutivo de inclusão financeira proativa, das pessoas excluídas de ter uma vida próspera, abençoada, feliz e fé salvífica em ELOHIM HESED. O Centro EkosEthos consciente do dever moral de superar com mérito e perspicácia, os desafios circunstanciais causados pela crise financeira e instabilidade transnacional da malversação dos fundos financeiros e contrastes dos dois brasis: um altamente desenvolvido, grandioso, lançado rumo ao progresso evolutivo biotecnológico,cibernético e à opulência da minoria detentora do poder dominante. O outro que se reflete em excessivos núcleos de miséria extrema, de exclusão socioambiental, de analfabetos funcionais, digitais, religiosos, de cultura de violências..., problemas existenciais gravíssimos no sistema educativo brasileiro, que necessita de alternativas eficazes e insercivas das pessoas excluídas de ter vida em abundância.
O Centro EkosEthos incentiva e encoraja as pessoas educadoras espontâneas a assumir com amor ágape e dedicação a salutar missão de instruir, ensinar e educar com responsabilidade ética, sabedoria,discernimento, o meio infatojuvenil, na colossal rede de ensino público e privado, sedenta de axiomas formadores do ETHOS Espontâneo e Solidário, para que possa alcançar a educação integral a que tem direito, à luz da dignidade humana plena tão enaltecida pela Carta Magna Brasileira de 1988.
Nós do Centro EkosEthos reconhecemos o esforço, o mérito, o propósito inovador das pessoas educadoras autônomas, comprometidas em promover o aperfeiçoamento dos vários níveis de ensino decadente no Brasil; que atinge em massa as pessoas carentes, necessitadas de valores morais inovadores e de ethos ético responsível transformadores do caráter infatojuvenil no Brasil.
O Centro EkosEthos constata que o problema da educação no Brasil estar estreitamente relacionado aos impasses conjunturais vividos na economia, na política, na cultura, na crise da ética dominante, da moral dominante, da ideologia de poder e da religiosidade tendenciosa. Prede-se a estrangulamentos do sistema estrutural, com raízes profundas na própria formação histórica tendenciosa e especulativa, difundida pela minoria sanguinária, detentora do poder transnacional no Brasil de Poucos.

O Centro EkosEthos com a conaturalidade de instruir, ensinar e educar a pessoa humana integral, merecedora de um meio ambiente ecologicamente equilibrado, fiel em seus projetos socioambientais inclusivos e insercivos; denuncia a exclusão escolar de milhões de crianças, jovens que vegetam nas periferias das megalópoles do Brasil de Poucos, que manipula o sistema escolar, impedindo a participação efetiva das pessoas na vida socioeconômica, financeira, empreendedora, empregatícia e no exercício justo da plena cidadania.
O Centro EkosEthos compartilha o propósito ferrenho e veemente de elaborar uma visão dialética crítica construtiva, exata da educação decadente, devido a estratégia dominante do poder transnacional em favor dos empresários da área d educação, no Brasil de Poucos, aplicador de penas causticantes a seus contemporâneos, tais como: o abandono dissimulado da educação; a insuficiência financeira dos pais e educadores; a ausência de perspectivas alternativas à execução responsível da autonomia instrutiva e educativa transformadora, devido a omissão e intenção estratégica governamental no desvio das verbas públicas; o descontrole da situação financeira; a insegurança e a instabilidade tática intencional das políticas públicas.
O Centro EkosEthos elaborou um projeto de inclusão autosustentável financeiro, com o objetivo de concretizar a construção de uma sociedade alternativa participativa e justa, livre de descompassos e escândalos existenciais, articulados por grupos corporativistas, que defendem seus próprios interesses especulativos e posições egocêntricas parciais, em detrimento de iniciativas proativas, almejadas pela sociedade civil, que busca alternativas eficazes para solucionar os problemas circunstanciais: socioeconômicos; socioambientais; socioeducativos; sociopolíticos; socioculturais; sociorreligiosos; que afetam as aspirações, as esperanças de mudanças evolutivas e a vontade veemente das pessoas que vegetam nas periferias das megalópoles do Brasil de Poucos, de viverem com justiça, cidadania, dignidade, alegria, respeito mútuo, harmonia dialógica, fé salvífica, ação profética e inclusão financeira.
O Centro EkosEthos ciente da causticante situação de exclusão plena de milhões de crianças e jovens pesado fardo ás suas famílias, tem que trabalhar como escravos nos centros urbanos vendendo jornais nos semáforos, cruzamentos; vender doces, cocadas e balas nos ônibus, paradas; pedir esmolas; praticar assaltos a mão-armada em ônibus, farmácias, pedestres, ciclistas que andam nas próprias periferias das megalópoles do Brasil de Poucos. Compartilha que a inclusão infanto-juvenil no sistema educativo é a solução eficaz à concretização da plena cidadania e da inclusão financeira sustentável; direitos humanos indispensáveis à formação ética transformadora do ETHOS Próprio de cada pessoa singular e do despertar dialético crítico construtivo; da consciência axiológica moral libertadora da pessoa humana integral; marcada pela situação circunstancial de ambivalência no sistema educacional e pela vontade veemente de viver em um meio ambiente ecologicamente equilibrado.

O Centro EkosEthos reconhece que a solução eficaz aos problemas circunstanciais; que assolam as pessoas em suas aspirações, perspectivas, propósitos: é responsabilidade administrativa, política, inclusiva e inserciva dos poderes: executivo; legislativo e judiciário. Porque são detentores dos instrumentos válidos para implementar as soluções sistematizadas da questão educacional decadente no Brasil de Poucos. Que necessita de uma nova sistematização da educação, envolvendo toda a sociedade brasileira; os grupos sociais organizados; os gestores públicos do setor educativo; as pessoas educadoras autônomas; as pessoas animadoras de educação popular e da educação de jovens e de adultos; as pessoas capazes de implementar de ações insercivas: que vivenciam no cotidiano os fatos históricos concretos, tais como as exclusões educacionais escolar pública e escolar privada, consciente que a educação escolar privada, é privilégio de uma minoria moradora dos centros urbanos, em detrimento do povo que mora nas periferias e nas favelas das megalópoles do Brasil de Poucos, que mora nos lugarejos, na zona rural isola e distante dos centros urbanos; os pais massacrados pelas políticas estratégicas de exclusão educativa escolar e socioambiental: que vivenciam as angústias intrapessoais da perda de perspectiva de vida plena, céticos, desanimados, impotentes frente aos obstáculos táticos de educar a própria prole, em uma sociedade multidiversificada, dominada pela cultura da violência, pela cultura do desrespeito à expressão de liberdade, pela cultura da prática constante de desvalorização da ética responsível, pela cultura da exploração escravocrática da força de trabalho e pela cultura do constrangimento.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

MISSÃO INSTRUTIVA DE EDUCAR


MISSÃO INSTRUTIVA DE ENSINAR E EDUCAR


A arte de ensinar e educar: são condições primordiais à concretização do desenvolvimento sustentável da pessoa humana integral e ao exercício da justiça e da cidadania, como urgência transnacional; que exige a nossa capacidade de realizar; competência de gestão administrativa; atitude responsível socioambiental ecologicamente equilibrada; postura ética transformadora da decadente estrutura da ordem pública: em processo evolutivo de inclusão financeira proativa, das pessoas excluídas de ter uma vida próspera, abençoada feliz e fé salvífica em ELOHIM HESED.
Declaração Universal dos Direitos Humanos Artigo 26

O Centro EkosEthos como morada do caráter da pessoa humana integral, tem a missão de instruir, ensinar, e educar focada na capacidade de realizar; na competência de gestão administrativa; na atitude responsível socioambiental ecologicamente equilibrada; na postura ética imparcial, transformadora da decadente estrutura da ordem pública: em processo evolutivo de inclusão financeira proativa, das pessoas excluídas de ter uma vida próspera, abençoada, feliz e fé salvífica em ELOHIM HESED. O Centro EkosEthos consciente do dever moral de superar com mérito e perspicácia, os desafios circunstanciais causados pela crise financeira e instabilidade transnacional da malversação dos fundos financeiros e contrastes dos dois brasis: um altamente desenvolvido, grandioso, lançado rumo ao progresso evolutivo biotecnológico,cibernético e à opulência da minoria detentora do poder dominante. O outro que se reflete em excessivos núcleos de miséria extrema, de exclusão socioambiental, de analfabetos funcionais, digitais,religiosos, de cultura de violências..., problemas existenciais gravíssimos no sistema educativo brasileiro, que necessita de alternativas eficazes e insercivas das pessoas excluídas de ter vida em abundância.
O Centro EkosEthos incentiva e encoraja as pessoas educadoras espontâneas a assumir com amor ágape e dedicação a salutar missão de instruir, ensinar e educar com responsabilidade ética, sabedoria,discernimento, o meio infatojuvenil, na colossal rede de ensino público e privado, sedenta de axiomas formadores do ETHOS Espontâneo e Solidário, para que possa alcançar a educação integral a que tem direito, à luz da dignidade humana plena tão enaltecida pela Carta Magna Brasileira de 1988.
Nós do Centro EkosEthos reconhecemos o esforço, o mérito, o propósito inovador das pessoas educadoras autônomas, comprometidas em promover o aperfeiçoamento dos váios níveis de ensino decadente no Brasil; que atinge em massa as pessoas carentes, necessitadas de valores morais inovadores e de ethos ético responsível transformadores do caráter infatojuvenil no Brasil.
O Centro EkosEthos constata que o problema da educação no Brasil estar estreitamente relacionado aos impasses conjunturais vividos na economia, na política, na cultura, na crise da ética dominante, da moral dominante, da ideologia de poder e da religiosidade tendenciosa. Prede-se a estragulamentos do sistema estrutural, com raízes profundas na própria formação histórica tendenciosa e especulativa, difundida pela minoria sanguinária, detentora do poder transnacional no Brasil de Poucos.

O Centro EkosEthos com a conaturalidade de instruir, ensinar e educar a pessoa humana integral, merecedora de um meio ambiente ecologicamente equilibrado, fiel em seus projetos socioambientais inclusivos e insercivos; denuncia a exclusão escolar de milhões de crianças, jovens que vegetam nas periferias das megalópoles do Brasil de Poucos, que manipula o sistema escolar, impedindo a participação efetiva das pessoas na vida socioeconômica, financeira, empreendedora, empregadícia e no exercício justo da plena cidadania.
O Centro EkosEthos compartilha o propósito ferrêneo e veemente de elaborar uma visão dialética crítica construtiva, exata da educação decadente, devido a estratégia dominante do poder transnacional em favor dos empresários da área d eduação, no Brasil de Poucos, aplicador de penas causticantes a seus contemporâneos, tais como: o abandono dissimulado da educação; a insuficiência financeira dos pais e educadores; a ausência de perspectivas alternativas à execução responsível da autonomia instrutiva e educativa transformadora, devido a omissão e intenção estratégica governamental no desvio das verbas públicas; o descontrole da situação financeira; a insegurança e a instabilidade tática intencional das políticas públicas.
O Centro EkosEthos elaborou um projeto de inclusão autosustentável financeiro, com o objetivo de concretizar a construção de uma sociedade alternativa participativa e justa, livre de descompassos e escândalos existenciais, articulados por grupos corporativistas, que defendem seus próprios interesses especulativos e posições egocêntricas parciais, em detrimento de iniciativas proativas, almejadas pela sociedade civil, que busca alternativas eficazes para solucionar os problemas circunstanciais: socioeconômicos; socioambientais; socioeducativos; sociopolíticos; socioculturais; sociorreligiosos; que afetam as aspirações, as esperanças de mudanças evolutivas e a vontade veemente das pessoas que vegetam nas periferias das megalópoles do Brasil de Poucos, de viverem com justiça, cidadania, dignidade, alegria, respeito mútuo, harmonia dialígica, fé salvífica, ação profética e inclusão financeira.
O Centro EkosEthos ciente da causticante situação de exclusão plena de milhões de crianças e jovens pesado fardo ás suas famílias, tem que trabalhar como escravos nos centros urbanos vendendo jornais nos semáfaros, cruzamentos; vender doces, cocadas e balas nos ônibus, paradas; pedir esmolas; praticar assaltos a mão-armada em ônibus, farmácias, pedestres, ciclistas que andam nas próprias periferias das megalópoles do Brasil de Poucos. Compartilha que a inclusão infantojuvenil no sistema educativo é a solução eficaz à concretização da plena cidadania e da inclusão financeira sustentável; direitos humanos indispensáveis à formação ética transformadora do ETHOS Próprio de cada pessoa singular e do despertar dialético crítico construtivo; da consciência axiológica moral libertadora da pessoa humana integral; marcada pela situação circunstancial de ambivalência no sistema educacional e pela vontade veemente de viver em um meio ambiente ecologicamente equilibrado.


terça-feira, 4 de novembro de 2008

EDUCAÇÃO CUSTO DA REPETÊNCIA


Data: 03/11/2008Veículo: CORREIO BRAZILIENSE - DFEditoria: BRASIL Jornalista(s): Paloma Oliveto
Assunto principal:
ENSINO FUNDAMENTAL ENSINO SUPERIOR MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO OUTROS
Levantamento feito pelo Correio a partir de dados do MEC mostra que o Brasil gasta R$ 10,6 bilhões por ano com a reprovação de alunos. Índice de estudantes que não avançam de série é superior a 20%
Dez bilhões e seiscentos milhões de reais. Essa é a conta que o país paga pela má qualidade do ensino. Levantamento do Correio com base em dados do Ministério da Educação (MEC) mostra que esse é o valor que sai dos cofres públicos, a cada ano, para dar conta dos alunos que repetem de série. O cálculo foi feito a partir das estatísticas mais recentes do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), produzidas em 2005. Naquele ano, os investimentos por aluno na educação básica ficaram em torno de R$ 1,5 mil. Como mais de 7 milhões de estudantes foram reprovados, o país precisou repetir o gasto feito com eles (R$ 10,6 bilhões) no ano seguinte.
O alto índice de repetência escolar chamou a atenção do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), da Presidência da República. No mês passado, o órgão apresentou a análise dos dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), que inclui dados da educação. "Nosso sistema (educacional) convive seriamente com uma estrutura de defasagem, o que o torna pouco eficiente. Gastam-se recursos para fazer a mesma coisa. O reflexo não é apenas econômico, mas pedagógico", argumenta o diretor de Assuntos Sociais do Ipea, Jorge Abrahão de Castro. "A repetência é um problema que ainda não soubemos resolver. Dentro do ensino fundamental, ainda existem alunos de 14 anos que estão na 4ª série", diz.
O problema é pior na rede pública, que concentra cerca de 90% das matrículas do ensino básico. O último resultado do Índice do Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), referente a 2007, mostra que a taxa de aprovação dos alunos da rede pública que freqüentam da 1ª à 4ª séries variou de 78,1% (2ª série) a 83,4% (4ª série). Já nas escolas particulares, a variação ficou entre 96,5% (1ª série) e 97,4% (2ª série). Nas demais etapas de ensino, a diferença se manteve.
Para o sociólogo Jorge Werthein, ex-diretor da Unesco no Brasil e atual diretor executivo da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana, a repetência é maior na rede pública por causa da qualidade do ensino. "Não conseguimos atingir o mesmo nível de qualidade das escolas privadas", afirma. O presidente do movimento Todos pela Educação e professor da Universidade Federal de Pernambuco, Mozart Neves Ramos, concorda. "A escola que temos hoje não estimula o aprendizado. É preciso pensar em novos currículos, que determinem um valor mínimo de aprendizagem para cada série. O MEC está procurando construir esses currículos, o que é uma estratégia louvável", destaca.
Excluídos
Nem todos os alunos reprovados, porém, repetem a série no ano seguinte. Muitos desistem e acabam abandonando a escola. Um problema considerado ainda mais grave pelos especialistas e que não entrou no cálculo do custo da repetência feito pelo Correio. "O aluno passa tantas vezes pela repetência que acaba desmotivado", lamenta Werthein.
O professor da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB) Carlos Augusto de Medeiros diz que a escola pública não está preparada para lidar com os estudantes, antes excluídos do sistema educacional. "Na origem, a escola destinava-se aos que podiam freqüentá-la e que possuíam suas questões básicas de sobrevivência resolvidas. Com a sociedade de massa, a escolarização assumiu outro caráter", explica.
De acordo com Medeiros, o grande questionamento foi: "Para que serve a escola do filho da classe trabalhadora? Deverá ser diferente da escola para o filho da elite? É possível que seja a mesma e com as mesmas finalidades?". Ele diz que, com a Constituição Federal de 1988, procurou-se garantir padrões mínimos de qualidade para o ensino gratuito. "Assegurados o direito, e a permanência, dos menos favorecidos à educação, é preciso refletir sobre o que está sendo ensinado e aprendido na escola. Pouco se avançou sobre o estabelecimento desses padrões", constata.
Para a secretária de Educação Básica do MEC, Maria do Pilar, ainda prevalece no país uma cultura de exclusão e reprovação. "Essa mentalidade gerou 40 milhões de adultos sem a 4ª série. A questão não é aprovar ou reprovar. O desafio é garantir uma escola na qual todos fiquem e aprendam", defende.
Ela também critica o hábito de culpar o aluno pelo fracasso escolar. Foi o que aconteceu com Michael Gomes, 11 anos, estudante da 3ª série do ensino fundamental num colégio público do Cruzeiro. O menino tem dificuldade para se concentrar e precisa freqüentar uma classe reduzida. Na escola onde estuda, esse atendimento não existe. Em vez de procurar uma solução para o problema, a diretoria preferiu reprová-lo duas vezes. "A professora dizia que ele era danado e não queria estudar", reclama a irmã do garoto, Thays Gomes, 17 anos.
Aprovação automática
A aprovação automática, sistema no qual o aluno é passado para a outra série mesmo que não tenha aprendido o conteúdo de forma satisfatória, já foi apontada por alguns educadores como uma das soluções para o problema da repetência no Brasil. O argumento desses especialistas é que, ao avançar de série, a criança não ficaria desmotivada a ponto de desistir dos estudos, o que daria chance aos professores de continuar trabalhando com aquele aluno.
Para o professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e presidente do movimento Todos pela Educação, Mozart Neves Ramos, a estratégia acaba sendo tão danosa quanto a reprovação. "A progressão continuada só dá certo se o aluno tiver apoio. É um modelo que pressupõe acompanhamento individual, que permita fazer a recuperação no contra-turno escolar", explica.
A secretária de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Maria do Pilar, também critica a aprovação automática. Para ela, a redução das taxas de repetência estão ligadas à melhoria da qualidade da formação dos docentes. "O professor tem que ter uma boa formação para saber o que fazer do ponto de vista pedagógico", diz. Por isso, aposta no Sistema Nacional de Formação de Professores, lançado há duas semanas pelo ministério. A idéia é ampliar a oferta de vagas de licenciaturas nas universidades estaduais e federais.
Ramos diz que sente um grande empenho do MEC para priorizar a formação de docentes. Mas tem dúvidas se a adesão das universidades federais será ampla. Como são autônomas, as instituições não têm obrigação de integrar o sistema. "Já fui reitor e há 10 anos sou professor universitário. Sinto que as federais ainda estão muito focadas na pesquisa e na pós-graduação. Não existe uma agenda para a educação básica. Será preciso mudar a cultura das universidades para que exista uma resposta positiva", afirma. (PO
)

PARABÉNS E FELICIDADES


PARABÉNS E FELICIDADES Hoje é um dia especial, porquê você existe!É uma data importante para as pessoas amigas.Hoje, ELOHIM decidiu abençoar a sua vida abundantemente. ELOHIM concedeu luz própria, para você irradiar alegria, confiança. ELOHIM manifestou o seu amor, porque nos mandou VOCÊ.Felizes são as pessoas que podem compartilhar de sua presença e de sua amizade.Você é um ser único, iluminado, que irradia paz, amor e esperança. Aprendi que fazer parte do seu círculo de amizade, é uma dádiva divina.Continue sendo esta pessoa especial, merecedora de estima e admiração.Que ELOHIM em sua infinita misericórdia, inebrie a sua existência de bênçãos. Que ELOHIM retire todos os espinhos que porventura aparecerem em seu caminho.Que todos seus desejos, se tornem hoje uma realidade concreta em sua vida.Feliz Anivérsário!!!A cada instante uma surpresa preciosa acontecerá em sua vida, dádiva gratuita de Elohim. Desejo sucesso e felicidade ilimitada ontem hoje e sempre.


Hoje é um dia especial, porquê você existe!É uma data importante para as pessoas amigas.Hoje, ELOHIM decidiu abençoar a sua vida abundantemente. ELOHIM concedeu luz própria, para você irradiar alegria, confiança. ELOHIM manifestou o seu amor, porque nos mandou VOCÊ.Felizes são as pessoas que podem compartilhar de sua presença e de sua amizade.Você é um ser único, iluminado, que irradia paz, amor e esperança. Aprendi que fazer parte do seu círculo de amizade, é uma dádiva divina.Continue sendo esta pessoa especial, merecedora de estima e admiração.Que ELOHIM em sua infinita misericórdia, inebrie a sua existência de bênçãos. Que ELOHIM retire todos os espinhos que porventura aparecerem em seu caminho.Que todos seus desejos, se tornem hoje uma realidade concreta em sua vida.Feliz Anivérsário!!!A cada instante uma surpresa preciosa acontecerá em sua vida, dádiva gratuita de Elohim. Desejo sucesso e felicidade ilimitada ontem hoje e sempre.

domingo, 2 de novembro de 2008

APICULTURA ABELHA URUÇU


Apicultura na região do Baixo São Francisco
02.11.2008

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O mel produzido por Erinaldo Corrêa é vendido em uma banca no centro da cidade e cada pote de 200ml custa R$ 15.José Soares de Brito Sobrinho trocou a produção de mel pela de pólen há dois anos. Ele está satisfeito com a mudança.
“O pólen dá muito mais dinheiro do que o mel. Mais do que 50%”, diz o produtor.
José Soares de Brito Sobrinho tem 60 colméias, mas só 20 estão em produção. Cada uma com cerca de 50 mil abelhas. O enxame busca nas flores dos coqueiros a proteína necessária para sobreviver. Quando as abelhas voltam para as colméias, uma rampa derruba o pólen para os coletores.
“Hoje, com meus 20 coletores, estou tirando um salário e meio por mês. E quando tiver meus 60 coletores produzindo serão de três salários para cima, não menos do que isso”, calcula José Soares de Brito Sobrinho.
“Nossa tendência é crescer realmente, porque o pólen é um alimento muito bom, benéfico à saúde humana”, diz a presidente da Associação de Criadores de Abelhas, Jucilene Santana dos Santos.
O pólen é um alimento para ser consumido puro ou misturado em frutas, com iogurte ou no próprio mel. O pólen de Brejo Grande é rico em aminoácidos, necessários para o desenvolvimento humano.
“É um pólen que vem agregar mais saúde, vitalidade para o ser humano, com suas propriedades específicas para cada caso”, diz José Soares de Aragão, do Sebrae-SE.
Os produtores de Brejo Grande contam com uma unidade de beneficiamento, onde é feita a pesagem, o controle das médias de produção de cada colméia e a limpeza do pólen.
“Tiro as abelhas mortas, as asas, as pernas e algum própolis ou alguma bagaça de alguma florada e cai no cocho”, conta José Soares de Brito Sobrinho.
O congelamento a -16ºC mata os microorganismos. Dois dias depois, vai para uma estufa de ventilação. Em 30 horas, passa por duas secagens para desidratar. O projeto de apicultura do Sebrae se estende por outras regiões de Sergipe. Em São Cristóvão, cidade histórica de 418 anos, o Sebrae apóia 39 famílias de produtores de mel.
De uma parceria com um banco vieram recursos para a construção de uma casa de beneficiamento e a compra de maquinário. A unidade tem capacidade para beneficiar 10 mil quilos de mel por ano, e o objetivo é dobrar a produção até 2009. Para isso, o Sebrae tenta melhorar a gestão dos pequenos negócios.
“Transformar os produtores rurais em empresários rurais, já que eles têm investimentos, pedem financiamentos, e esses financiamentos têm que ser revestidos em lucro”, esclarece Marianita Mendonça, do Sebrae-SE.
São Cristóvão tem apiários com abelhas africanas em abundância e possui também meliponários, lugares onde são criadas abelhas da espécie uruçu, que não têm tem ferrão.
“Eu crio abelha uruçu tanto como uma renda familiar como uma terapia”, diz o produtor rural Erinaldo dos Santos Corrêa.
Sem ferrão, a abelha uruçu não oferece nenhum risco. As colméias podem ser instaladas no quintal, ao lado de casa. Ninguém vai levar uma ferroada, e o produtor não precisa gastar com roupas especiais de segurança, que custam caro e estragam rápido.
Erinaldo Corrêa enfia um canudo de plástico na caixa das abelhas e, com uma seringa, suga o mel e já enche o pote. O produto já está pronto para consumo. O sítio tem cem caixas de abelhas urucu. De cada uma são retirados cinco litros de mel por ano. O mel é vendido em uma banca no centro da cidade. Cada pote de 200ml é vendido por R$ 15.
“Tem dias que eu chego a vender 50 vasos de mel de meio litro”, conta Erinaldo Corrêa.
“É um mel de qualidade, gostoso”, elogia o cliente Quintino Ribeiro Neto.
Com o projeto do Sebrae, o faturamento aumentou 50%, e o produtor, que no começo enfrentou muita dificuldade, não cansa de agradecer aos clientes.
“Eu chego até a me emocionar pela confiança que eles têm em mim. Compram o mel de onde tiro o sustento dos meus filhos. Dou graças a Deus por isso”, finaliza Erinaldo Corrêa.
Para obter mais informações sobre o apoio do Sebrae aos projetos de apicultura, procure um posto de atendimento mais perto de você ou visite o http://www.sebrae.com.br/.