A "CRISE" DOS VALORES MORAIS Marilena Chauir Raimundo N. Nery de Sousa Apresento uma abordagem crítico- histórico-prático-emancipadora, acerca da idéia central do texto: Público, Privado, Depotismo: a "crise" dos valores morais. Tendo como público alvo, pessoas formadas ou em formação transdisciplinar, inserindo-se na temática da prática responsível das pessoas formadoras de opiniões multidiversificadas, de posturas multidiversificadas, das áreas biológicas, saúde, exata humanas e sociais aplicadas. Destaco os aspectos mais importantes, ressaltados pela filósofa Marilena Chaui, tais como; Ruptura com a idéia de comunidade( una, indivisa, corporeificada na pessoa dirigente) e passagem à idéia de sociedade( dividida em interesses conflitantes, em classes antagônicas, em grupos multidiversificados),desprovida de centro e de identidade, construindo a esfera privada(como sociedade civil, burguesa, mercadológica) com aspiração à esfera pública(do poder e dos direitos socioambientais, cívicos,políticos,sociocultural); ruptura com a idéia e a prática teológico-política do poder ecoando na pessoa dirigente e passagem à idéia da dominação impessoal(Marx) ou da dominação racional(Weber) e das instituições públicas como conjunto regulador, controlador e fiscalizador da ação política: nascimento da idéia moderna de Estado- consciência participativa democrática responsìvel; distinção entre esfera privadados interesses, das paixões, vícios, virtudes e a esfera pública impessoal da multidiversidade de pensamento, das leis como campo simbólico da vontade do ser condicionado- influenciado pelas forças sócio-econômoco-político- histórico- ideológico-teológico- culturais, e dos direitos; passagem da idéia feudal e romântica da Constituição como caráter e espírito de um povo ou nação à idéia da Constituição como lei maior que regula o espaço público; passagem da idéia e da instituição da república representativa, à idéia e instituição da democracia representativa, baseada no sufrágio, no respeito à autonomia- à dignidade de cada pessoa como imperativo ético emancipador dos cidadãos no exercício do igual direito de ocupar os cargos público de direção, com humildade, tolerância, luta em defesa dos direitos dos socioambientais; surgimento da idéia de opinião pública como reflexão de um indivíduo ou grupo de indivíduos realizam a propósito de seus interesses e direitos e a expõe livremente em público, como defesa da liberdade de pensamento e opinião: quando os sente lesados ou prejudicados pelo poder público ou por outros grupos sociais corporativistas. Exponho a minha análise crítico-histórico-político-emancipadora, acerca da idéia central do texto de Marilena Chaui: a "crise" dos valores morais e políticos na pós-modernidade neoliberal transnacional, sob as mudanças do modo de produção capitalista(sociedade pós-ind´´ustrial), do enfraquecimento da manifestação política em defesa de direitos em face da autoridade e de um novo sujeito sóciopolítico( a contracultura dos movimentos sociais), difusão da ética da desigualdade, da cultura da violência e da insegurança. Compartilho a visão holística emancipadora, acerca da discussão, da exposição, da deliberação, do reconhecimento em público, das questões e problematizações dos valores morais, éticos, políticos, socioeconômicos, socioambientais, que exige tomada de decisão consciente participativa democrática, discernimento ético, disponibilidade ao diálogo construtivo, apostando no consenso e no equilíbrio da lógica da demanda e da lógica do necessário, frente a mentalidade fatalista do conformismo reacionário do pós- modernismo. CHAUI, Marilena Ética: A "Crise" dos Valores Morais. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. 68 páginas. |
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
CRISE DOS VALORES MORAIS
PEDAGOGIA DA AUTONOMIA
PEDAGOGIA DA AUTONOMIA Paulo Freire Raimundo N. Nery de Sousa Apresento uma abordagem crítico-histórico-prático-tranformadora, acerca da idéia central do livro: Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa transformadora da realidade. Tendo como público alvo, docentes formados ou em formação transdisciplinar, inserindo-se na temática da prática responsível dos educadores (as), de posturas multidiversificadas, das áreas exatas e sociais. Destaco os aspectos mais importantes, ressaltados pelo educador Paulo Freire, tais como; Só existe docência com discência (A pessoa que ensina aprende a ensinar e a pessoa que aprende ensina ao aprender), pois, ensinar exige rigorosidade metódica, pesquisa, respeito aos saberes dos educandos (as), criticidade, responsabilidade ético-estética, corporeificação das palavras pelo exemplo-testemunho, risco-aceitação do novo-rejeição a qualquer forma de discriminação, reflexão crítica sobre a prática educativa, o reconhecimento- a assunção da identidade sociocultural. Ensinar é criar possibilidades à sua própria produção ou à sua construção (Ensinar é ser aberto à indagação, à curiosidade, às perguntas dos discentes), ensinar exige consciência participativa democrática responsável do inacabamento do ser humano-predisposto à mudança-à aceitação da multidiversidade de pensamento, o reconhecimento de ser condicionado-influenciado pelas forças sócio-econômoco-político-histórico-ideológico-teológico-culturais, respeito à autonomia-à dignidade de cada pessoa como imperativo ético emancipador da massa sobrante, o exercício do bom senso, humildade – tolerância-luta em defesa dos direitos dos educandos (as), apreensão da realidade transdisciplinar, alegria-esperança, a convicção de que a mudança é possível, o exercício da curiosidade. Ensinar é uma especificidade humana, que exige segurança-competência profissional-generosidade, comprometimento democrático-progressista, prática educativo-crítico-emancipadora da realidade transdisciplinar, exige liberdade de expressão-em defesa de direitos em face da autoridade dos pais-dos educadores (as)- do Estado, exige tomada de decisão consciente participativa democrática, escutar com discernimento ético, reconhecer que a educação é ideológica, exige disponibilidade ao diálogo construtivo, seriedade-afetividade docente (Abertura ao querer bem aos discentes de maneira igual-autêntica-acolhedora-específica do ser humano. Exponho a minha análise crítico-histórico-prático-emancipadora, aqui e agora, acerca da obra de Paulo Freire, que tenta resgatar de forma atualizada, leve, criativa, provocativa, corajosa, esperançosa, questões e probrematizações, que no dia-a-dia do educador (a), continuam a instigar o conflito e o debate enquanto sujeitos sócios-históricos-ideológicos).-(culturais). Perante o discurso fatalista transnacional, difundido pela minoria sanguinária detentora do poder administrativo-político-financeiro-psicológico-sociológico-biotecnológico-biocientífico-intelectual-cultural-religioso. Compartilho a visão probrematizadora acerca das dificuldades experienciadas pelos educadores(as), no processo de inclusão educativo-prático-emancipador, tais como: as condições de trabalho, salários baixos, descasos, formas de avaliação, capacitação e atualização de conteúdos, porque exercer a função de maneira eficaz, exige vocação, competência para defender a necessidade de transformação e aprofundamento na tarefa de melhorar as práticas educativas, capazes de despertar a visão |
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