sábado, 30 de agosto de 2008

SABER DISCERNIR


TEMOS QUE SABER DISCERNIR, DETERMINAR O QUE QUEREMOS FAZER DE FATO, PORQUE É IMENSA A DIFICULDADE DE QUERER AGRADAR ÀS PESSOAS PRÓXIMAS, QUE DISCORDAM DA NOSSA AÇÃO PRAGMÁTICA E ATITUDE PROATIVA.
APRENDEMOS HOJE QUE, O IMPORTANTE NA VIDA É TER CONSCIÊNCIA ÉTICA LIBERTADORA, PROMOVER A JUSTIÇA E COMBATER OS MITOS URBANOS E ELIMINAR AS LENDAS CAMPESINAS QUE ASSOLAM A MASSA IGNARA, DEVIDO A ILUSÕES DIFUNDIDAS E IMPOSTAS PELA MINORIA DETENTORA DO PODER TRANSNACIONAL
."

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

TER ETHOS


SER ÉTICO AUTÔNOMO

Chegou o momento de desmitificar os mitos urbanos que alienam o df.
o interesse da minoria detentora do poder é manter a massa sobrante mórbida e acomodada com a própria exclusão socioambiental.
formentar o primeiro encontro das cebs autônomas no Distrito Federal JÁ.
ELOHIM CAPACITA AS PESSOAS ESCOLHIDAS PARA FAZER A DIFERENÇA HOJE.

É preciso ter consciência que o sucesso de um núcleo formentador da ètica libertadora e atitude responsível democrática, surge da autonomia dos membros em relação o monopólio da hierárquia reacionária, responsável pela miséria do povo brasileiro a quase seiscentos anos.

BELÍSSIMA


Bela mulher!!!
Sim é você...
Este é um brinde para os homens
que nos tem hoje... E para os perdedores
que nos tiveram e nos deixaram ir, e o sortudo
que nos conhecerá.
Você foi eleita e tem que “encantar” a 10 belas
amigas. Você foi “encantada” porque alguém a
considera uma das dez mulheres mais belas em
sua lista de contatos. Envie esta mensagem só a
belas mulheres, e alegrará o dia delas! Se por acaso
esta mensagem chegar a você 2 vezes, saberá que
é duplamente bela! Se não reenviar esta mensagem
não terá problema nenhum...Mas suas
amigas não saberão quão belas elas são para você.
Assim, será melhor que “encante” a 10 mulheres em
sua lista de contato...! Acho-te linda, especial,

QUE DIFERENÇA POSSO FAZER HOJE
O que fazemos na vida é como na eternidade.
Ter senso de utilidade;
Ter senso de organização;
Ter senso de higiene;
Ter senso de reciclagem seletiva;
Ter senso de respeito pela vida;
Em quem posso confiar?
Compartilhar misericórdia e compaixão,
São atitudes dignas só de pessoas portadoras, de um ethos libertador, merecedoras da nossa confiança e esperança.
O tempo de demonstrar força e coragem está próximo do fim.
Demonstrar força,coragem e honra, diante das circunstâncias valetudinárias,é eliminar o temperamento fraco, o espírito e o físico debilitados, é refutar quaisquer crises existenciais, difundidas por pessoas bajuladoras, colaboradoras das políticas imperialistas sanguinárias.
Exaltamos o solo fértil do vale do taquara, com fósfero, potácio e ph equilibrado, cultivado por pessoas compassivas para com as pessoas próximas.

QUE DIFERENÇA POSSO FAZER HOJE


QUE DIFERENÇA POSSO FAZER HOJE

O que fazemos na vida é como na eternidade.
Ter senso de utilidade;
Ter senso de organização;
Ter senso de higiene;
Ter senso de reciclagem seletiva;
Ter senso de respeito pela vida;
Em quem posso confiar?
Compartilhar misericórdia e compaixão,
São atitudes dignas só de pessoas portadoras, de um ethos libertador, merecedoras da nossa confiança e esperança.
O tempo de demonstrar força e coragem está próximo do fim.
Demonstrar força,coragem e honra, dinte das circunstâncias valetudinárias,é eliminar o temperamento fraco, o espírito e o físico debilitados, é refutar quaisquer crises existenciais, difundidas por pessoas bajuladoras, colaboradoras das políticas imperialisras sanguinárias.
Exaltamos o solo fértil do vale do taquara, com fófero, potácio e ph equilibrado, cultivado por pessoas compassivas para com as pessoas próximas.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

NOSSO JEITO DIFERENCIAL


Nosso Jeito de Ser


Trabalhar na C&J é para quem tem um pensar mais ousado, uma vontade de deixar sua marca.

Somos uma empresa de pessoas que apostam na inteligência como diferença. Nossa bússola está apontada para o cliente, para o mercado: não para regras e fórmulas.

A gente enxerga a vida sob um ângulo mais leve, mais divertido.

Nada de blá blá blá: a gente quer realizar, quer crescer, quer ser feliz.

Simples Assim.


É isso que eu quero!





4 razões para você trabalhar na C&J

Aqui você vai se destacar:
A maior empresa de telecomunicações do país, a única com convergência total em sua área, a terceira do mundo a ter seus negócios reunidos em uma marca única. Aqui a gente inova: imagina a diferença que isso vai fazer no seu currículo!


Aqui você vai crescer:
Recrutamento interno é prioridade na C&J. Todas as vagas são oferecidas primeiro internamente - e para os cargos gerenciais, há um comitê que avalia cada candidato.


Aqui você vai se desenvolver:
Análise de desempenho anual para todos, com apoio para cada um desenhar seu plano de desenvolvimento. Para os nossos jovens talentos internos temos o Geração Oi, que inclui ainda os estagiários e trainees, com turmas fechadas de MBA para desenvolvimento acelerado e módulos no exterior para os destaques.


Aqui você vai se realizar:
Investimos fortemente em programas de reconhecimento e de qualidade de vida, além de incentivarmos o exercício da cidadania através de nosso programa de Voluntariado. Tudo isso com muita flexibilidade e inteligência: na C&J, você monta seu horário de trabalho, dentro de uma janela pré-estabelecida. Mais do que respeitar a diversidade, a gente acredita que é ela quem faz o nosso diferencial.

CURRÍCULUM VITAE


raimundo nonato nery de sousa
Brasileiro, 37 anos, casado, 02 filhos
CPF 351.013.263-72
qno 19 conjunto 5 casa 13 ceilândia norte
72261-005 Brasília, Distrito Federal - Brasil
6133752522
raynery_ecoethos@hotmail.com
http://comunidadesocioambientaljustiac.blogspot.com/
http://comunidadesocioambientaljustiac.blogspot.com/

Objetivo
promover a harmonia dialógica com as pessoas com as quais me relaciono, focado no respeito e na eficácia das metas a serem executadas.


Perfil profissional
Fidedigno às pessoas próximas hoje agora e sempre, revestido de uma vocação integradora,consciência participativa democrática, como fator de inclusão socioambiental e educacional, comprometido com a mudança de paradigmas, capazes de despertar a cosciência democrática participativa na massa ignara, sustentáculo do privilégio de uma minoria sangüinária(conselhos de pastores, cnbb, oab, partidos políticos orgs...);uma pessoa comunicativa; flexível às posturas das pessoas próximas; comprometida com a construção imediata de uma nova alternativa de vida; onde o resgate da responsabilidade ética é prioridade em meu ethos;convicto que vencer o medo é vencer a morte, é conquistar liberdade de expressão;fidedigno a ELOHIM agora, hoje e sempre; ecumênico; holístico;íntegro; solidário;determinado;justo, respeitoso, fidedigno, verdadeiro para com as pessoas que me correspondem, criativo, espírito empreendedor, habilidade de negociação interpessoal, responsabilidade socioambiental, desenvolvimento democrático sustentável, promoção da cidadania, difusão dos direitos humanos.


Formação
Escolaridade
Pós-graduação no nível Especialização

Graduação
teologia, unireal/df (concluído em Outubro/2007).


Idiomas
Inglês: leitura intermediária, escrita intermediária, conversação intermediária
Espanhol: leitura intermediária, escrita intermediária, conversação intermediária
Francês: leitura intermediária, escrita básica, conversação básica


Último salário e benefícios
Último salário: R$ 1.155,00 (atual).
Benefícios
vale alimentação; vale transporte; plano de saúde; auxílio creche;gratificação por produtividade; bonificações;banco de horas;


Outros objetivos
Região de trabalho
Preferência pela região de Brasília, ou cidades num raio de até 25 km.
Aceita considerar propostas de outras regiões.
Aceita viajar pela empresa.


Informações complementares
CURSOS EXTRAS-CURRICULARES:

hardware course- eibnet-df-2004

curso de liderança popular:centro cultural de brasília-2002

seminário de administração: unireal/cra/me- 2005

encontro de capacitação:cesam-df-2005

encontro embaixador da paz:unireal-df/fatai-df-2006

seminário de teologia: unireal-df/fatai-df-2006 curso de metodologia científica:centro de comunicação social timóteo giaccardo-df-2006

CONHECIMENTOS DE INFORMÁTICA:

excel-intermediário

power-point- intermediário

word- avançado

windows xp- intermediário

windows media play- intermediário

intenet explorer- avançado

outloox express-intermediário

IDIOMAS:


inglês- intermediário

francês-básico

espanhol-básico

latim-básico

hebraico-basico

grego-básico

HISTÓRICO PROFISSIONAL

cesam- educação e inserção social- df –

Cargos Ocupados: educador popular

Período: 06/12/2004 a 01/11/2006

Motivo do Desligamento: sem justa causa

Principais Atividades Desenvolvidas:

acompanhamento de desempenho de menor trabalhador e de aprediz de jardinagem, na execução das tarefas determinadas pela novacap: plantio de mudas, controle de estoque, reciclagem de saquinhos, encanteiramento, preparo de canteiros, semeio, limpeza, capina...
reunião com as pessoas responsáveis pelos adolescentes, execução de dinâmicas de interrelacionamento, intermediação de conflitos, autestima no trabalho, na escola, na família, na igreja...
elaboração de relatórios acerca do desempenho dos jovens, desligamento da empresa...

elite -segurança-df

Cargos Ocupados:agente patrinonial/ porteiro

Período: 25/042001 a 08/02/2005

Motivo do Desligamento acordo

Principais Atividades Desenvolvidas:

atendimento ao público: condôminos, clientes, controle de entrada e saída, elaboração de ocorrências, trabalho em equipe, mediação de conflitos...
prestação de serviços executados pela equipe do dia, atendimento de telefones, informações acerca dos serviços prestados pela empresa aos clientes...

gasol-combustível-df

Cargos Ocupados: atendente de vendas

Período: 1999 a 2000

Motivo do Desligamento: sem justa causa

Principais Atividades Desenvolvidas:

atendimento ao cliente, informações acerca dos serviços oferecidos pela empresa...
trabalho de equipe, responsabilidade no controle do fluxo de capital...


raimundo nonato nery de sousa

ELOHIM NOS CAPACITA


ELOHIM NOS CAPACITA

Chegou o momento de desmitificar os mitos urbanos que alienam o df.
o interesse da minoria detentora do poder é manter a massa sobrante mórbida e acomodada com a própria exclusão socioambiental.
formentar o primeiro encontro das cebs autônomas no Distrito Federal JÁ.
ELOHIM CAPACITA AS PESSOAS ESCOLHIDAS PARA FAZER A DIFERENÇA HOJE.

É preciso ter consciência que o sucesso de um núcleo formentador da ètica libertadora e atitude responsível democrática, surge da autonomia dos membros em relação o monopólio da hierárquia reacionária, responsável pela miséria do povo brasileiro a quase seiscentos anos.

AUTONOMIA HOJE


AUTONOMIA HOJEO líder libertário autônomo Nelson Mandela disse:
"Nosso grande medo não é o de que sejamos incapazes.
Nosso maior medo é que sejamos poderosos além da medida. É nossa luz, não nossa escuridão, que mais nos amedronta.”

Viver no anonimato, é optar pelo silêncio, è buscar a comodidade ilimitada. descomprometido com o despertar crítico da massa sobrante, manipulada pela minoria detentora do poder administrativo transnacional, que só defende seus próprios interesses financeiros.
fortaleço a minha fé libertadora em ELOHIM Incorruptível, livre de ideologias,acadêmicas,sociológicas,psicológicas,religiosas,teológicas,políticas,marçônicas,antopológicas. consciênte que o importante na vida é ser ético libertário e ter atitude socioambiental sustentável, focada na autonomia financeira e na expressão de liberdade.

CERTIFICAÇÃO ISO 14064


CERTIFICAÇÂO ISO 14064 A norma permite que a CSJ&C mantenha-se pioneira na luta contra as mudanças climáticas.

A CSJ&C busca receber, a certificação ISO 14064, que estabelece normas para quantificação, monitoramento, verificação e validação das emissões dos gases de efeito estufa (GEE). A busca pela certificação resulta da preocupação da Organização com a questão das mudanças climáticas, identificada como um dos maiores desafios a serem enfrentados pelas nações, governos, empresas e cidadãos nas décadas futuras. A organização acredita que a norma agregue confiabilidade a suas ações.

A CSJ&C quer ser a responsável pelo processo de certificação de empresas comprometidas com a preservação dos biomas pantanal, cerrado, caatinga.Quer verificar os dados do "Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa de 2007" e do "Sistema de Gestão das Emissões de Gases de Efeito Estufa" das Empresas com responsabilidade socioambiental para avaliar se estavão em conformidade com os requisitos exigidos pela certificação.

A norma ISO14064 irá orientar a política da CSJ&C para as mudanças climáticas, sustentar tecnicamente os projetos de neutralização de carbono e desenvolver um indicador de desempenho para alimentar relatórios de sustentabilidade tais como a GRI (Global Reporting Initiative), o DJSI (Dow Jones Sustainability Index), o ISE Bovespa e o CDP (Carbon Disclosure Project).

Outros benefícios advindos da obtenção da certificação são: conhecer com precisão as emissões associadas às atividades da Organização, identificar oportunidades de redução de gases, auxiliar na quantificação das emissões futuras decorrentes de novos investimentos e de seu crescimento orgânico e orientar projetos de Ecoeficiência. Com isso, a CSJ&C consolida seu compromisso socioambiental em relação às mudanças climáticas.

No futuro, a CSJ&C pretende aperfeiçoar a metodologia de coleta de dados existentes, implantar melhorias na gestão das informações e desenvolver e acompanhar projetos de redução de emissões. A otimização do envolvimento dos diversos departamentos e das empresas coligadas na execução de projetos de Ecoeficiência e a expansão do sistema de gestão para outras questões de sustentabilidade também estão nos planos da Organização com a obtenção da norma.

CERTIFICAÇÃO ISO 14064

CERTIFICAÇÃO ISO 14064
A norma permite que a CSJ&C mantenha-se pioneiro na luta contra as mudanças climáticas.
A CSJ&C busca receber, a certificação ISO 14064, que estabelece normas para quantificação, monitoramento, verificação e validação das emissões dos gases de efeito estufa (GEE). A busca pela certificação resulta da preocupação da Organização com a questão das mudanças climáticas, identificada como um dos maiores desafios a serem enfrentados pelas nações, governos, empresas e cidadãos nas décadas futuras. A organização acredita que a norma agregue confiabilidade a suas ações.
A CSJ&C quer ser a responsável pelo processo de certificação de empresas comprometidas com a preservação dos biomas pantanal, cerrado, caatinga.Quer verificar os dados do "Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa de 2007" e do "Sistema de Gestão das Emissões de Gases de Efeito Estufa" das Empresas com responsabilidade socioambiental para avaliar se estavão em conformidade com os requisitos exigidos pela certificação.
A norma ISO14064 irá orientar a política da CSJ&C para as mudanças climáticas, sustentar tecnicamente os projetos de neutralização de carbono e desenvolver um indicador de desempenho para alimentar relatórios de sustentabilidade tais como a GRI (Global Reporting Initiative), o DJSI (Dow Jones Sustainability Index), o ISE Bovespa e o CDP (Carbon Disclosure Project).
Outros benefícios advindos da obtenção da certificação são: conhecer com precisão as emissões associadas às atividades da Organização, identificar oportunidades de redução de gases, auxiliar na quantificação das emissões futuras decorrentes de novos investimentos e de seu crescimento orgânico e orientar projetos de Ecoeficiência. Com isso, a CSJ&C consolida seu compromisso socioambiental em relação às mudanças climáticas.
No futuro, a CSJ&C pretende aperfeiçoar a metodologia de coleta de dados existentes, implantar melhorias na gestão das informações e desenvolver e acompanhar projetos de redução de emissões. A otimização do envolvimento dos diversos departamentos e das empresas coligadas na execução de projetos de Ecoeficiência e a expansão do sistema de gestão para outras questões de sustentabilidade também estão nos planos da Organização com a obtenção da norma.

BAMBU GURGUENSE


BAMBU GURGUENSE
O bambu é usado há muitos milênios na produção de uma miríade de artefatos úteis ou decorativos. Por sua característica tubular o bambu já agrega funções e adequações inerentes à sua forma. Sendo composto basicamente de longas fibras vegetais, pode ser moldado ou desfiado para novas aplicações. É essencial que se escolha o tipo certo de bambu e o modo correto de tratamento para cada aplicação.No Brasil observamos o uso do bambu pelos indígenas. O livro “Dicionário da Arte Indígena Brasileira”, de Berta G. Ribeiro - Ed. Itatiaia Ltda./EDUSP, encontrado no Museu do Índio do Rio de Janeiro - revela um incrível panorama: prendedores de cabelo coloridos / pg. 189 (Cruatecasea spruceana), flautas de diversos tipos / pg.200, bastões ocos de ritmo / pg. 197, haste de flechas (Guadua angustifolia), carcás para setas de sarabatana (Guadua superba - “Taquaruçu”) e tubo de sarabatana (Arundinaria schomburgkii) / pg.245, facas e recipientes de taboca, pau ignígero de taquara, aspirador de rapé de taboca e cestas de taquarinha.O homem rural brasileiro logo aprendeu a multiplicidade de usos desta planta, e passou a explorar suas potencialidades. Logo o brasileiro fabricava utensílios de cozinha e de mobiliário com grande habilidade, os artesãos formam suas oficinas, e essa cultura difunde-se no Brasil. É possível atualmente encontrar esses artesãos em muitas cidades brasileiras.Foi a vez do cidadão urbano verificar a beleza, praticidade e versatilidade deste material. O bambu começou a ser implementado em objetos das cidades.

CONEXÃO HUMANA


CONEXÃO HUMANA
O Poder Restaurador dos Relacionamentos HumanosO Plano de Deus Visando a Cura EmocionalAlcançando a Cura InteriorEste livro é dirigido a todos os que se interessam por cura interior. Tanto os que têm feridas na alma como aos que estão empenhados em curar essa enfermidade em outras pessoas. Foi escrito especialmente para aqueles que, por diversas razões, têm medo de se envolver com outros seres humanos na busca de solução para seus problemas. Seu autor acredita no poder restaurador dos relacionamentos humanos, e entre outras, responde as seguintes questões:- Que é que impede que muitos evangélicos usufruam da intimidade com irmãos em Cristo e familiares, quando Deus quer que todos nós participemos dessas emoções?- Como podemos alcançar a unidade fraternal de acordo com o modelo bíblico, essa verdadeira fusão de espíritos capaz de nos curar das doenças da alma e nos deixar livres para sermos nós mesmos?- Como poderemos atingir essa unidade que nos levará a um envolvimento recíproco e verdadeiro dentro do Corpo de Cristo?Larry Crabb precisou de muita inspiração, coragem e sabedoria do alto para escrever este livro. Agora só resta a você lê-lo e colocá-lo em prática.Uma das coisas mais importantes que Deus requer de nós é que ajudemos aqueles que viajam conosco pela vida a superar as duras pedras do caminho. Foi com o propósito de levar você a adotar um não-convencional, mas bíblico método de acesso à cura das feridas da alma (tanto as suas como as dos seus irmãos), que Larry Crabb escreveu Conexão. Líderes, conselheiros, cristãos e evangélicos em geral se beneficiarão de todos os conselhos, regras, reflexões e esclarecimentos bíblicos que Larry Crabb reuniu nesta obra.Sua mensagem principal está alicerçada na convicção de que há uma força na vida de cada cristão esperando ser liberada - um poder glorioso, capaz de produzir mudanças profundas. Um poder capaz de ajudar pessoas a reencontrarem o caminho que conduz ao perdão, e a obterem uma ligação direta com o coração de Deus.Mas esse poder só é liberado quando nos envolvemos mais intimamente com os corações e as almas das outras pessoas, e permitimos que a graça de Deus flua livremente através de nós. Esse poder cura feridas.Sobre o autor:Larry Crabb atua há mais de 25 anos como psicoterapeuta licenciado. É professor do conselho de graduação bíblica da Christian University, no Colorado. Escreveu 15 livros, entre eles De Dentro Para Fora, O Silêncio de Adão, e Homem e Mulher: Viva a Diferença. Ele e sua esposa Raquel vivem em Denver, Colorado, USA.

NOSSA MISSÃO


NOSSA MISSÃO
O NOSSO OBJETIVO GERALPROMOVER O RESGATE DA CIDADANIA E DESPERTAR A CONSCÊNCIA PARTICIPATIVA, ADORMECIDA NO ÍNTIMO DA CADA PESSOA ALIENDA PELA MINORIA DETENTORA DO PODER TRANSNACIONAL.Nossa Missão é conquistar pessoas colaboradoras que caminham à luz da espiritualidade libertadora da Comunidade Socioambiental Justiça e Cidadania- CSJC.Que entendam o significado"Ame a pessoa próxima como a si mesma" (Lv 18,18): firmeza de ânimo, coragem, determinação, fé salvífica resumem a totalidade e profundidade da mensagem de ELOHIM. Palavra diáfana e abrasadora elimina obstáculos; faz tremer os sistemas montados sobre a lei do mais forte, do lucro e do mercado. O amor se traduz em compromisso com a libertação da massa ignara , com as pessoas que patrocinam o ócio das elites sangüinárias, com a massa sobrante e excluída da cidadania. A assistência humanitária ocasional, aliviar a miséria, promove e desumaniza a massa sobrante. Somos uma luz capaz iluminar as mentes alienadas e despertar a consciência participativa democrática responsível.

SUPERAR DESAFIOS



SEPERAR DESAFIOS
a sobrevivência em meio as dificuldades nos motiva a superar desafios impostos pela minoria detentora do poder desde a tomada das terras dos tupiniquins, só as pessoas tementes a elohim se sujeitam as pradões estuturais.

DESMISTIFICAR FALÁCIAS



DESMISTIFICAR FALÁCIAS
Ofereci a vc um centelha geradora da cosciência crítica libertadora(JOÃO 8,37-48), como pessoa privilegiada e abençoada por ELOHIM, com certeza, leu, refletiu, entendeu que 95% da população mundial acredita no mito urbano da existência de um anjo de luz expulso do paraíso, cognominado lúcifer(DIABO), como pessoa dotada de sabedoria superior, compreendeu que desde o princípio existiu duas forças antagônicas entre si: BEM(ELOHIM) e MAL(DEMÔNIO), vc afirmou que pertence aos 5% das pessoas privilegiadas e abençoadas por IESHUAH MASHIACH, porque questionar a verdade revelada, se vc tem a missão desde o ventre materno de eliminar os mitos urbanos que delacera bilhões de pessoas com práticas sangüinárias geradoras de miséria e calamidades extremas? compartilhe a reflexão que faço, assim estará demonstrando que é uma pessoa privilegiada e abençoadas. GRATO RAYNERY

PEDAGOGIA DA AUTONOMIA Paulo Freire Raimundo N. Nery de Sousa Apresento uma abordagem crítico-histórico-prático-tranformadora, acerca da idéia central do livro: Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa transformadora da realidade. Tendo como público alvo, docentes formados ou em formação transdisciplinar, inserindo-se na temática da prática responsível dos educadores (as), de posturas multidiversificadas, das áreas exatas e sociais. Destaco os aspectos mais importantes, ressaltados pelo educador Paulo Freire, tais como; Só existe docência com discência (A pessoa que ensina aprende a ensinar e a pessoa que aprende ensina ao aprender), pois, ensinar exige rigorosidade metódica, pesquisa, respeito aos saberes dos educandos (as), criticidade, responsabilidade ético-estética, corporeificação das palavras pelo exemplo-testemunho, risco-aceitação do novo-rejeição a qualquer forma de discriminação, reflexão crítica sobre a prática educativa, o reconhecimento- a assunção da identidade sociocultural. Ensinar é criar possibilidades à sua própria produção ou à sua construção (Ensinar é ser aberto à indagação, à curiosidade, às perguntas dos discentes), ensinar exige consciência participativa democrática responsável do inacabamento do ser humano-predisposto à mudança-à aceitação da multidiversidade de pensamento, o reconhecimento de ser condicionado-influenciado pelas forças sócio-econômoco-político-histórico-ideológico-teológico-culturais, respeito à autonomia-à dignidade de cada pessoa como imperativo ético emancipador da massa sobrante, o exercício do bom senso, humildade – tolerância-luta em defesa dos direitos dos educandos (as), apreensão da realidade transdisciplinar, alegria-esperança, a convicção de que a mudança é possível, o exercício da curiosidade. Ensinar é uma especificidade humana, que exige segurança-competência profissional-generosidade, comprometimento democrático-progressista, prática educativo-crítico-emancipadora da realidade transdisciplinar, exige liberdade de expressão-em defesa de direitos em face da autoridade dos pais-dos educadores (as)- do Estado, exige tomada de decisão consciente participativa democrática, escutar com discernimento ético, reconhecer que a educação é ideológica, exige disponibilidade ao diálogo construtivo, seriedade-afetividade docente (Abertura ao querer bem aos discentes de maneira igual-autêntica-acolhedora-específica do ser humano. Exponho a minha análise crítico-histórico-prático-emancipadora, aqui e agora, acerca da obra de Paulo Freire, que tenta resgatar de forma atualizada, leve, criativa, provocativa, corajosa, esperançosa, questões e probrematizações, que no dia-a-dia do educador (a), continuam a instigar o conflito e o debate enquanto sujeitos sócios-históricos-ideológicos).-(culturais). Perante o discurso fatalista transnacional, difundido pela minoria sanguinária detentora do poder administrativo-político-financeiro-psicológico-sociológico-biotecnológico-biocientífico-intelectual-cultural-religioso. Compartilho a visão probrematizadora acerca das dificuldades experienciadas pelos educadores(as), no processo de inclusão educativo-prático-emancipador, tais como: as condições de trabalho, salários baixos, descasos, formas de avaliação, capacitação e atualização de conteúdos, porque exercer a função de maneira eficaz, exige vocação, competência para defender a necessidade de transformação e aprofundamento na tarefa de melhorar as práticas educativas, capazes de despertar a visão democrática participativa libertadora.
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DECEDIR


decidi viver a vida agora;
decidi vencer os desafios;
decidi inovar sempre;
decidi ter atitude proativa;
decidi práxis executar;
decidi ousar hoje;
decidi mostrar coragem;
decidi ser socioambiental;
decidi lutar por justiça;
decidi demonstrar forçar de vontade;

Raynery

sábado, 23 de agosto de 2008

QUE É SUSTENTABILIDADE


Você deve ter percebido pelo post anterior que uso muito a palavra sustentabilidade ao escrever. Quando falo também. É uma palavra importante para mim. Eu a considero estratégica para o nosso futuro, pois seu significado já tem e terá cada vez mais um papel relevante na evolução da humanidade. Mas para a grande maioria das pessoas esse não é um conceito claro.

Por isso vou tentar explicar melhor o seu conceito.

Segundo o dicionário Houaiss, sustentabilidade é: característica ou condição do que é sustentável - que pode ser sustentado; passível de sustentação.

Essa definição é burocrática, nada conceitual. A definição correta de sustentabilidade na visão atual é atividade economicamente viável, socialmente justa e ecologicamente correta. Essa definição carrega uma nova percepção do que seja sustentável para o futuro de nossa espécie. Através dela fica claro que se não atendermos aos três aspectos, econômico, social e ambiental, não seremos sustentáveis para nós e para o meio ambiente. (mais…)

Palavras chave: ambiental, Colapso, ecologicamente correta, economicamente viável, econômico, ecossistema, evolução da humanidade, extinção de sociedades, Jared Diamond, meio ambiente, preocupação ecológica, recursos da natureza, responsabilidade sócio-ambientais, social, socialmente justa, sustentável, triângulo da sustentabilidade

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

PODER


PODER

O poder é um jogo psico-sócio-político-biocientífico-biotecnológico-biocibernético-antropológico-teológico,que exige a nossa capacidade de pesquisar, aprofundar, compreender, entender, acolher as pessoas que nos circundam com logro, sedução, complexidade dissimuladora de como conquistar o poder e a realidde como nos é demonstrada com astúcia, desconfiança, de maneira óbvia possível, dinâmica, criativa, inovadora,planejada e desenvolvida com perspicácia.

Metade do nosso controle do poder vem da nossa capacidade de julgar os objetos pelo valor que eles nos cesta. O tempo é precioso; a vida é curta; as oportunidades são poucas, e a nissa energia tem limite, que exige harmonia dialógica e equilíbrio emocional.

A paciência é a suprema virtude, é a srte de contrilar as nossas emoções, onde tudo de excelente acontece no momento oportuno, como centelha eficaz do ápice do nosso sucesso e da nssa felicidade ilimitada ontem, hoje e sempre.

O poder é um jogo, onde temos que julgar as pessoas adversas, pelos efeitos de suas ações. Medimos as táticas, as estratégias e o poder das pessoas adversas, pela objetividade e pela observação das atitudes. Avaliamos os acontecimentos circunstancias e fatos inesperados, de maneira amoral, porque aprendemos no discorrer da nossa permanência no cosmos e no caos: o julgamento moral é na verdade uma justificativa para o acúmulo de poder sob o domínio de uma minoria egocêntrica.

Aprendemos que jogar com as aparências, dominar a arte da ilusão e dissimular o marketing de massa, são os componentes ativos para conquistar o poder: um dos prazeres estéticos da vida, focado na felicidade ilimitada e no sucesso terrestre.

O poder requer a capacidade de jogar com as aparências, onde a fraude e o disface têm que ser vistos como belos e éticos; porque as intenções humanas, exigem trapaças, a capacidade de mentir, dissimular e enganar. A fraude é uma arte dissimuladora da realidade que a civilização humana desenvolveu, aprimorou como uma das armas mais potentes, no jogo do poder, tendo a paciência como blindagem.

Raimundo Nery

PODER



PODER

O poder é um jogo psico-sócio-político-biocientífico-biotecnológico-biocibernético-antropológico-teológico,que exige a nossa capacidade de pesquisar, aprofundar, compreender, entender, acolher as pessoas que nos circundam com logro, sedução, complexidade dissimuladora de como conquistar o poder e a realidde como nos é demonstrada com astúcia, desconfiança, de maneira óbvia possível, donâmica, criativa, inovadora,planejada e desenvolvida com perspicácia.
Metade do nosso controle do poder vem da nossa capacidade de julgar os objetos pelo valor que eles nos cesta. O tempo é precioso; a vida é curta; as oportunidades são poucas, e a nissa energia tem limite, que exige harmonia dialógica e equilíbrio emocional.
A paciência é a suprema virtude, é a srte de contrilar as nossas emoções, onde tudo de excelente acontece no momento oportuno, como centelha eficaz do ápice do nosso sucesso e da nssa felicidade ilimitada ontem, hoje e sempre.
O poder é um jogo, onde temos que julgar as pessoas adversas, pelos efeitos de suas ações. Medimos as táticas, as estratégias e o poder das pessoas adversas, pela objetividade e pela observação das atitudes. Avaliamos os acontecimentos circunstancias e fatos inesperados, de maneira amoral, porque aprendemos no discorrer da nossa permanência no cosmos e no caos: o julgamento moral é na verdade uma justificativa para o acúmulo de poder sob o domínio de uma minoria egocêntrica.
Aprendemos que jogar com as aparências, dominar a arte da ilusão e dissimular o marketing de massa, são os componentes ativos para conquistar o poder: um dos prazeres estéticos da vida, focado na felicidade ilimitada e no sucesso terrestre.
O poder requer a capacidade de jogar com as aparências, onde a fraude e o disface têm que ser vistos como belos e éticos; porque as intenções humanas, exigem trapaças, a capacidade de mentir, dissimular e enganar. A fraude é uma arte dissimuladora da realidade que a civilização humana desenvolveu, aprimorou como uma das armas mais potentes, no jogo do poder, tendo a paciência como blindagem.

Raimundo Nery

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

RENASCER DAS CINZAS


RENASCER DAS CINZAS

Refrão: renascer das cinzas é possível,tupinambá, bá,bá,bá(2x);
renascer das cinzas é missão, nação, ção,ção,ção(2x);
renascer das cinzas é profético,ecoethos,ethos,ethos,ethos(2x);

individuo corrupto é o eurobrasileiro;
indivíduo colapso é o eurobrasileiro;
indivíduo confábulo é o eurobrasileiro;
indivíduo confuso é o eurobrasileiro;
indivíduo complexo é o eurobrasileiro;

sujeito sanguinário é o lusobrasileiro;
sujeito reacionário é o lusobrasileiro;
sujeito totalitário é o lusobrasileiro;
sujeito valetudinário é o lusobrasileiro;
sujeito usurário é o lusibrasileiro;

povo dissimulado é o brasileiro;
povo disfarçado é o brasileiro;
povo diabólico é o brasileiro;
povo dicotômico é o brasileiro;
povo difamado é o brasileiro;

nação desonesta é a sulamericana;
nação desumana é a sulamericana;
nação desvirtuada é a sulamericana;
nação devaneiada é a sulamericana;
nação devassa é a sulamericana;

RENASCER DAS CINZAS


RENASCER DAS CINZAS

Refrão: renascer das cinzas é possível,tupinambá, bá,bá,bá(2x);
renascer das cinzas é missão, nação, ção,ção,ção(2x);
renascer das cinzas é profético,ecoethos,ethos,ethos,ethos(2x);

individuo corrupto é o eurobrasileiro;
indivíduo colapso é o eurobrasileiro;
indivíduo confábulo é o eurobrasileiro;
indivíduo confuso é o eurobrasileiro;
indivíduo complexo é o eurobrasileiro;

sujeito sanguinário é o lusobrasileiro;
sujeito reacionário é o lusobrasileiro;
sujeito totalitário é o lusobrasileiro;
sujeito valetudinário é o lusobrasileiro;
sujeito usurário é o lusibrasileiro;

povo dissimulado é o brasileiro;
povo disfarçado é o brasileiro;
povo diabólico é o brasileiro;
povo dicotômico é o brasileiro;
povo difamado é o brasileiro;

nação desonesta é a sulamericana;
nação desumana é a sulamericana;
nação desvirtuada é a sulamericana;
nação devaneiada é a sulamericana;
nação devassa é a sulamericana;

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

MEU ETHOS DESMISTIFICADOR


[green]Sou uma pessoa em Processo Contínuo de Evolução.
Sou uma pessoa inacabada.
Sou uma pessoa fervorosa na fé salvífica.
Sou uma pessoa refem do meu próprio ethos.
Sou uma pessoa diferente do perfil seletivo.
Sou uma pessoa seguidora de ELOHIM.
Sou uma pessoa alegre e feliz ilimitadamente.
http://comunidadesocioambientaljustiac.blogspot.com/

sábado, 9 de agosto de 2008

VELHA INFÂNCIA


Você é assim
Um sonho prá mim
E quando eu não te vejo
Eu penso em você
Desde o amanhecer
Até quando eu me deito...

Eu gosto de você
E gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo
É o meu amor...

E a gente canta
E a gente dança
E a gente não se cansa
De ser criança
A gente brinca
Na nossa velha infância...

Seus olhos meu clarão
Me guiam dentro da escuridão
Seus pés me abrem o caminho
Eu sigo e nunca me sinto só...

Você é assim
Um sonho prá mim
Quero te encher de beijos
Eu penso em você
Desde o amanhecer
Até quando eu me deito...

Eu gosto de você
E gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo
É o meu amor...

E a gente canta
E a gente dança
E a gente não se cansa
De ser criança
A gente brinca
Na nossa velha infância...

Seus olhos meu clarão
Me guiam dentro da escuridão
Seus pés me abrem o caminho
Eu sigo e nunca me sinto só...

Você é assim
Um sonho prá mim
Você é assim...
Você é assim...
Você é assim...

-"Você é assim
Um sonho prá mim
E quando eu não te vejo
Penso em você
Desde o amanhecer
Até quando me deito
Eu gosto de você
Eu gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo
É o meu amor"

DESMISTIFICAR MITOS URBANOS


Ao trabalharmos na nova edição do livro Decepcionado com Deus, em 2004, deparamos com algumas menções de Yancey a seu primeiro livro Desventuras da vida cristã. Por se tratar de um escritor extraordinário, logo fomos tomados pela curiosidade por conhecer essa obra. Esgotada nos Estados Unidos e nunca publicada em português, pesquisamos até obter os direitos para publicação.

Iniciamos a leitura e comprovamos quanto Yancey, já no início da carreira, se diferenciava de tantos outros escritores cristãos. A visão crítica apurada, a qualidade do texto, o sentido de urgência dos temas tratados e a capacidade de abordar questões delicadas para a época (década de 1970) com a naturalidade de quem consegue filtrar as dificuldades de ser cristão sob uma ótica cristocêntrica e contemporânea revelavam precocemente porque Yancey se transformaria no principal autor cristão da atualidade.

Em Desventuras da vida cristã o leitor encontra uma reflexão ainda atual e destituída de ornamentos lingüísticos sobre a realidade que muitas igrejas insistem em disfarçar ou esconder: ser cristão não é fácil. A boa notícia é que vale a pena, e Yancey e Tim Stafford , seu parceiro nesta obra, revelam o porquê.

Com a liberdade que nos foi concedida pelo autor para atualizar informações e ilustrações, incluímos dois artigos do escritor Paulo Purim. Curitibano, Purim é puro talento e abrilhantou ainda mais esta obra.

Desventuras da vida cristã tornou-se, portanto, não apenas um texto atualizado e sensível à realidade brasileira, mas essencial para aqueles que desejam compreender como lidar com as surpresas às vezes nada agradáveis da vida cristã.

CONVERSA DA ALMA


A linguagem que Deus deseja que falemos

Chega de jogar conversa fora!

Todos os dias, em todo lugar, pessoas conversam entre si – a não ser, é claro, que estejam dormindo ou trancadas numa solitária. A comunicação é instintiva, e mesmo o mais tímido dos seres humanos precisa estabelecer algum tipo de comunicação com os outros. Porém, nem todo tipo de conversação tem implicações na dimensão espiritual.

Agora imagine o que poderia acontecer se os seguidores de Jesus aprendessem a conversar de modo a liberar o poder sobrenatural. Suponha que os cristãos ao redor do mundo aprendessem a estabelecer A conversa da alma, aquela capaz de acionar o próprio poder de Deus, e pense na transformação que o mundo inteiro experimentaria!

Neste livro, Larry Crabb surpreende mais uma vez seus leitores ao propor uma mudança fundamental em sua perspectiva de vida, deixando Deus manifestar-se através do diálogo entre seus filhos. O autor, um dos mais prestigiados do cristianismo moderno, abre as janelas da espiritualidade para revelar o poder contido na Conversa da alma.

Esta é a visão que sintetiza este livro: pais estabelecendo a Conversa da alma com seus filhos, sejam eles doces crianças, adolescentes viciados em drogas ou adultos divorciados; maridos e esposas trocando os diálogos ríspidos e ostensivos pela Conversa da alma que pode evitar um divórcio ou, pior, um casamento doentio; um marido ou uma esposa se valendo da Conversa da Alma para ajudar o cônjuge a superar o trauma de um abuso na infância ou a experiência da perda de emprego.

A conversa da alma não depende de hora ou lugar. Casais de namorados, amigos em pequenos grupos ou em conversas individuais podem falar uma linguagem capaz de levá-los à presença de Deus. Isto pode acontecer, e é justamente o que Deus deseja para as vidas daqueles que se propõem a viver na plenitude do Espírito.

O dr. Larry Crabb é fundador da New Way Ministries. Tem doutorado em Psicologia Clínica pela Universidade de Illinois (EUA). Psicólogo e professor da Colorado Christian University, é autor de Chega de Regras, Conexão e O Lugar Mais Seguro da Terra, todos publicados pela Editora Mundo Cristão.

CONVERSA ESPIRITUAL


O Poder Restaurador dos Relacionamentos Humanos

O Plano de Deus Visando a Cura Emocional

Alcançando a Cura Interior

Este livro é dirigido a todos os que se interessam por cura interior. Tanto os que têm feridas na alma como aos que estão empenhados em curar essa enfermidade em outras pessoas. Foi escrito especialmente para aqueles que, por diversas razões, têm medo de se envolver com outros seres humanos na busca de solução para seus problemas. Seu autor acredita no poder restaurador dos relacionamentos humanos, e entre outras, responde as seguintes questões:

- Que é que impede que muitos evangélicos usufruam da intimidade com irmãos em Cristo e familiares, quando Deus quer que todos nós participemos dessas emoções?
- Como podemos alcançar a unidade fraternal de acordo com o modelo bíblico, essa verdadeira fusão de espíritos capaz de nos curar das doenças da alma e nos deixar livres para sermos nós mesmos?
- Como poderemos atingir essa unidade que nos levará a um envolvimento recíproco e verdadeiro dentro do Corpo de Cristo?

Larry Crabb precisou de muita inspiração, coragem e sabedoria do alto para escrever este livro. Agora só resta a você lê-lo e colocá-lo em prática.

Uma das coisas mais importantes que Deus requer de nós é que ajudemos aqueles que viajam conosco pela vida a superar as duras pedras do caminho. Foi com o propósito de levar você a adotar um não-convencional, mas bíblico método de acesso à cura das feridas da alma (tanto as suas como as dos seus irmãos), que Larry Crabb escreveu Conexão. Líderes, conselheiros, cristãos e evangélicos em geral se beneficiarão de todos os conselhos, regras, reflexões e esclarecimentos bíblicos que Larry Crabb reuniu nesta obra.

Sua mensagem principal está alicerçada na convicção de que há uma força na vida de cada cristão esperando ser liberada - um poder glorioso, capaz de produzir mudanças profundas. Um poder capaz de ajudar pessoas a reencontrarem o caminho que conduz ao perdão, e a obterem uma ligação direta com o coração de Deus.

Mas esse poder só é liberado quando nos envolvemos mais intimamente com os corações e as almas das outras pessoas, e permitimos que a graça de Deus flua livremente através de nós. Esse poder cura feridas.

Sobre o autor:

Larry Crabb atua há mais de 25 anos como psicoterapeuta licenciado. É professor do conselho de graduação bíblica da Christian University, no Colorado. Escreveu 15 livros, entre eles De Dentro Para Fora, O Silêncio de Adão, e Homem e Mulher: Viva a Diferença. Ele e sua esposa Raquel vivem em Denver, Colorado, USA.

CURRÍCULUM VITAE


DADOS PESSOAIS




Residência: qno 19 conjunto 05 casa 13


Fone Residencial: (61)33752522 Celular: (61) 92946119/ 92569039


E-mail: raynery_sousa1971@yahoo.com.br


Estado Civil: casado


Idade: 36 anos Data de Nascimento: 22/07/1971







FORMAÇÃO ACADÊMICA




GRADUAÇÃO teologia – seminario sagrado coração de jesus(regional ne04) unireal-df - 2006









PÓS-GRADUAÇÃO:


docência do ensino superior – faceted-df - 09/2007









CURSOS EXTRAS-CURRICULARES:




hardware course- eibnet-df-2004


curso de liderança popular:centro cultural de brasília-2002


seminário de administração: unireal/cra/me- 2005


encontro de capacitação:cesam-df-2005


encontro embaixador da paz:unireal-df/fatai-df-2006


seminário de teologia: unireal-df/fatai-df-2006 curso de metodologia científica:centro de comunicação social timóteo giaccardo-df-2006







CONHECIMENTOS DE INFORMÁTICA:


excel-intermediário


power-point- intermediário


word- avançado


windows xp- intermediário


windows media play- intermediário


intenet explorer- avançado


outloox express-intermediário




IDIOMAS:


inglês- básico


francês-básico


espanhol-básico


latim-básico


hebraico-basico


grego-básico




HISTÓRICO PROFISSIONAL




cesam- educação e inserção social- df –


Cargos Ocupados: educador popular


Período: 06/12/2004 a 01/11/2006


Motivo do Desligamento: sem justa causa




Principais Atividades Desenvolvidas:




acompanhamento de desempenho de menor trabalhador e de aprediz de jardinagem, na execução das tarefas determinadas pela novacap: plantio de mudas, controle de estoque, reciclagem de saquinhos, encanteiramento, preparo de canteiros, semeio, limpeza, capina...




reunião com as pessoas responsáveis pelos adolescentes, execução de dinâmicas de interrelacionamento, intermediação de conflitos, autestima no trabalho, na escola, na família, na igreja...




elaboração de relatórios acerca do desempenho dos jovens, desligamento da empresa...







DIGITE AQUI O NOME DA EMPRESA – elite -segurança-df


Cargos Ocupados:agente patrinonial/ porteiro


Período: 25/042001 a 08/02/2005


Motivo do Desligamento acordo




Principais Atividades Desenvolvidas:


atendimento ao público: condôminos, clientes, controle de entrada e saída, elaboração de ocorrências, trabalho em equipe, mediação de conflitos...




prestação de serviços executados pela equipe do dia, atendimento de telefones, informações acerca dos serviços prestados pela empresa aos clientes...







DIGITE AQUI O NOME DA EMPRESA – gasol-combustível-df


Cargos Ocupados: atendente de vendas


Período: 1999 a 2000


Motivo do Desligamento: sem justa causa




Principais Atividades Desenvolvidas:




atendimento ao cliente, informações acerca dos serviços oferecidos pela empresa...




trabalho de equipe, responsabilidade no controle do fluxo de capital...




















raimundo nonato nery de sousa





esplendolândia/df

INSERÇÃO SELETIVA



marrom=orgânico/biodegradável;vermelho=plástico;azul=papel;verde=vidro;amarelo=metal;

Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social


Portaria n.º 396/2007

de 2 de Abril



A pobreza e a exclusão social, fenómenos persistentes nas sociedades europeias, resultam da escassez de recursos para fazer face às necessidades básicas e padrão de vida da sociedade actual, manifestando-se em Portugal como um fenómeno que tem vindo a ocorrer em paralelo com o desenvolvimento do País e na adaptação ao rápido processo de modernização registado nas últimas décadas, tendo este processo um impacte significativo sobre a população residente nalguns territórios em maior risco de exclusão.


A pobreza e a exclusão social são fenómenos inerentes às sociedades actuais, assumindo várias formas e diversas dimensões, destacando-se o desemprego, a baixa qualificação, a marginalidade, a imigração e a deficiência, entre outras.


Desde os anos 80 do século XX, o Estado português tem vindo a desenvolver programas de combate à pobreza e à exclusão social com resultados assinaláveis. Em 2004 surgiu o Programa Progride, que sucedeu aos Projectos de Luta Contra a Pobreza, conjugando a intervenção junto de públicos alvo mais desfavorecidos com a exclusão territorial.


Após uma avaliação do Programa Progride, com especial enfoque na medida I, detectaram-se várias fragilidades que necessitam de correcção para um melhor esforço de coesão territorial, nomeadamente a exclusão dos territórios mais deprimidos por falta de dinâmica das instituições locais, uma inadequada correspondência entre os meios e a mobilização dos actores e parceiros face aos objectivos genéricos traçados, a não integração das Regiões Autónomas no Programa, a desordenada distribuição geográfica dos projectos face a um planeamento desejável, havendo uma distribuição avulsa dos territórios contemplados.


Assim, face às fragilidades detectadas, conjuntamente com a estratégia definida no Plano Nacional de Acção para a Inclusão (PNAI) (2006-2008), que contempla áreas prioritárias de intervenção, entre as quais o combate à pobreza das crianças e dos idosos, através de medidas que assegurem os seus direitos básicos de cidadania e a correcção das desvantagens na educação e formação/qualificação, há que inovar na estratégia de combate à pobreza e à exclusão de âmbito territorial, através de um novo paradigma de intervenção, os contratos locais de desenvolvimento social (CLDS).


Os CLDS contemplam um modelo de gestão que prevê o financiamento induzido de projectos seleccionados centralmente, privilegiando territórios com públicos alvo que estão identificados como mais vulneráveis e acções de intervenção obrigatória que respondam de facto às necessidades diagnosticadas.


Neste novo Programa a grande aposta consiste numa concentração de recursos em eixos de intervenção essenciais, como emprego, formação e qualificação, intervenção familiar e parental, capacitação da comunidade e das instituições e informação e acessibilidade, apostando-se na complementaridade entre acções obrigatórias e não obrigatórias, financiadas ou não pelo Programa, através da rentabilização dos recursos da comunidade e da responsabilidade comum dos parceiros pela execução dos CLDS.


Para além das áreas estratégicas de intervenção e da exigência de acções obrigatórias que visam a existência de prioridades comuns ao território nacional no combate à pobreza e à exclusão, pretende-se um ainda maior alcance neste Programa, através de uma maior coesão territorial e da mudança social efectiva dos territórios mais deprimidos assim como uma aposta efectiva no trabalho comunitário, através do qual a parceria desenvolve de forma integrada um plano de acção, assumindo as câmaras municipais o seu papel institucional de responsabilidade sobre a intervenção naquele território.


O XVII Governo Constitucional, numa perspectiva de incentivo à descentralização de competências da administração central para a administração local, tendo em conta a Lei n.º 159/99, de 14 de Setembro, transfere para as câmaras municipais a responsabilidade de aprovação dos planos de acção dos CLDS, elaborados a partir das estruturas de parceria e instrumentos de planeamento da rede social, depois de consultados os conselhos locais de acção social.


Assim:


Ao abrigo do disposto nos artigos 30.º, alínea b), e 31.º, n.º 6, da Lei n.º 4/2007, de 16 de Janeiro, manda o Governo, pelo Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, o seguinte:


Artigo 1.º

Objecto


Pela presente portaria é criado o Programa de Contratos Locais de Desenvolvimento Social, adiante designado por Programa CLDS.


Artigo 2.º

Finalidade


O Programa CLDS tem por finalidade promover a inclusão social dos cidadãos, de forma multissectorial e integrada, através de acções a executar em parceria, por forma a combater a pobreza persistente e a exclusão social em territórios deprimidos.


Artigo 3.º

Âmbito territorial


1 - O Programa CLDS aplica-se a todo o território nacional.


2 - As condições da aplicação do Programa CLDS nas Regiões Autónomas são fixadas pelos Governos Regionais, incumbindo às Regiões Autónomas tipificar os territórios e definir as prioridades de intervenção.


Artigo 4.º

Financiamento


1 - O Programa CLDS é financiado com verbas provenientes dos resultados líquidos da exploração dos jogos sociais atribuídos ao Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, através da alínea e) do n.º 5 do artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 56/2006, de 15 de Março.


2 - No âmbito dos fundos estruturais e durante a vigência do QREN, poderá ainda ser promovido o co-financiamento comunitário do Programa CLDS, em conformidade com a legislação nacional e comunitária aplicável, designadamente ao Fundo Social Europeu (FSE) e ao Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).


3 - A dotação orçamental do Programa CLDS é fixada no despacho do membro do Governo responsável pela área da segurança social que define os territórios a abranger pelos CLDS.


4 - A dotação orçamental a que se refere o número anterior inclui os encargos inerentes à gestão do Programa CLDS.


Artigo 5.º

Regulamento


É aprovado o Regulamento do Programa CLDS, que consta em anexo à presente portaria e que dela faz parte integrante.


Artigo 6.º

Entrada em vigor


A presente portaria entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação.


Pelo Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, Pedro Manuel Dias de Jesus Marques, Secretário de Estado da Segurança Social, em 21 de Março de 2007.


ANEXO


REGULAMENTO DO PROGRAMA DE CONTRATOS LOCAIS DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL


Norma I

Objecto


O presente Regulamento define as condições e as regras para a implementação e execução dos Contratos Locais de Desenvolvimento Social (CLDS), bem como os termos do seu financiamento.


Norma II

Contratos locais de desenvolvimento social


1 - Os CLDS visam, de forma multissectorial e integrada, promover a inclusão social dos cidadãos através de acções, a executar em parceria, que permitam combater a pobreza persistente e a exclusão social em territórios deprimidos.


2 - Os CLDS são territorialmente implementados de forma progressiva e concretizam-se, no primeiro ano da entrada em vigor do presente Regulamento, através de experiências piloto.


Norma III

Caracterização dos territórios


1 - Os territórios a abranger pelos CLDS inserem-se num perfil territorial com uma ou mais das seguintes características:


a) Territórios críticos das áreas metropolitanas;


b) Territórios industrializados com forte desqualificação;


c) Territórios envelhecidos;


d) Territórios fortemente atingidos por calamidades.


2 - São excluídos do âmbito dos CLDS os territórios abrangidos pela medida I do Programa Progride.


Norma IV

Âmbito geográfico


1 - Nos territórios críticos das áreas metropolitanas um CLDS pode abranger mais de um bairro, podendo nos restantes territórios abranger mais de um concelho desde que se mostre garantida a coerência da intervenção, designadamente quando se verifique contiguidade geográfica e ou identidade de problemas e optimização dos recursos existentes.


2 - Os territórios a abranger pelos CLDS são definidos por despacho do membro do Governo responsável pela área da segurança social, tendo em conta os objectivos dos CLDS e o disposto no n.º 2 da norma II, incumbindo ao Instituto da Segurança Social, I. P. (ISS, I. P.), endereçar convite às respectivas câmaras municipais.


3 - É seleccionada apenas uma candidatura por território tendo em conta os âmbitos geográficos da intervenção definidos no n.º 1 e cumprindo todas as regras de designação e selecção previstas na norma III.


Norma V

Eixos de intervenção


1 - As acções a desenvolver integram os seguintes eixos de intervenção:


a) Emprego, formação e qualificação;


b) Intervenção familiar e parental;


c) Capacitação da comunidade e das instituições;


d) Informação e acessibilidade.


2 - Cada eixo de intervenção é concretizado através de acções obrigatórias, em função da caracterização do território a abranger pelos CLDS, podendo ser excluídas algumas ou todas as acções integradas em algum(ns) eixo(s) desde que sejam abrangidas por outros programas que desenvolvam acções idênticas ou se destinem ao mesmo público alvo.


3 - Sem prejuízo do disposto no número anterior, podem ser desenvolvidas outras acções desde que previstas no plano de acção referido na norma X e enquadradas no limite máximo de financiamento.


Norma VI

Acções


1 - As acções de cada eixo de intervenção são organizadas através do plano de acção do CLDS, referido na norma X, constituído com base no diagnóstico social e ou no Plano de Desenvolvimento Social Concelhio e, nos CLDS supra-concelhios, são organizadas com base nos respectivos diagnósticos e planos de desenvolvimento social concelhios.


2 - As acções referidas no número anterior, bem como as regras de implementação, são fixadas por despacho do membro do Governo responsável pela área da segurança social a divulgar no sítio da Internet da segurança social.


Norma VII

Entidade coordenadora local da parceria


1 - A câmara ou câmaras municipais, mediante decisão fundamentada, selecciona(m) uma só entidade coordenadora local da parceria, de entre entidades de direito privado sem fins lucrativos que actuem na área do desenvolvimento social, designadamente instituições particulares de solidariedade social (IPSS) e equiparadas, misericórdias, associações de desenvolvimento local (ADL), organizações não governamentais (ONG) e cooperativas de solidariedade social, sediadas preferencialmente nos territórios a intervencionar, desde que reúna os seguintes requisitos:


a) Encontrar-se regularmente constituída e devidamente registada;


b) Ter a situação regularizada perante a segurança social e a administração fiscal;


c) Possuir contabilidade organizada, elaborada por um técnico oficial de contas (TOC);


d) Demonstrar capacidade de coordenação técnica, administrativa e financeira.


2 - A entidade coordenadora local da parceria é responsável pela coordenação administrativa e financeira do CLDS, assumindo a função de interlocutora da parceria com o ISS, I. P.


3 - Compete à entidade coordenadora local da parceria, designadamente:


a) Dinamizar e coordenar a execução do plano de acção previsto na norma X, e correspondente orçamento;


b) Desenvolver a totalidade ou parte das acções previstas no n.º 2 da norma VI;


c) Receber directamente o financiamento por parte do ISS, I. P., geri-lo e transferi-lo para as restantes entidades da parceria, quando existam;


d) Enquadrar e proceder à contratação do coordenador técnico do CLDS e outros recursos humanos de apoio ao coordenador;


e) Organizar e manter actualizados os processos contabilísticos e o dossier técnico do CLDS;


f) Garantir a organização e produção documental necessária à interlocução com o ISS, I. P. em todos os domínios previstos no presente Regulamento, designadamente pedidos de pagamento e relatórios de execução e final.






Norma VIII

Entidades locais executoras das acções


1 - As acções previstas no n.º 2 da norma VI são desenvolvidas pela entidade coordenadora local da parceria, podendo igualmente ser desenvolvidas por outras entidades sem fins lucrativos que reúnam os requisitos previstos no n.º 1 da norma VII, não podendo estas entidades ser em número superior a três.


2 - Nos territórios que abranjam mais de um concelho, as entidades locais executoras das acções não podem exceder o número de três por concelho.


3 - Compete às entidades locais executoras das acções:


a) Executar directamente a acção ou acções constantes do plano de acção previsto na norma X;


b) Reportar à entidade coordenadora local da parceria o desenvolvimento das acções;


c) Organizar e manter actualizados os processos contabilísticos e dossier técnico das acções que desenvolvem;


d) Garantir a organização e a produção documental necessárias à interlocução da entidade coordenadora local da parceria com o ISS, I. P., designadamente pedidos de pagamento e relatórios de execução e final.


4 - As entidades locais executoras das acções devem constituir equipas cujas condições específicas de implementação são fixadas no despacho previsto no n.º 2 da norma VI.


Norma IX

Protocolo de compromisso


1 - Após selecção da entidade coordenadora local da parceria, prevista no n.º 1 da norma VII, é celebrado um protocolo de compromisso entre o ISS, I. P., a câmara municipal ou câmaras municipais e a entidade coordenadora no qual são definidas as responsabilidades, direitos e obrigações de cada parte no desenvolvimento do CLDS, por forma a assegurar a elaboração do respectivo plano de acção.


2 - A elaboração do plano de acção e a formalização do CLDS devem estar concluídos no prazo máximo de dois meses após a celebração do protocolo de compromisso.


Norma X

Plano de acção


1 - O plano de acção é elaborado para um período de 12 meses com base no diagnóstico social e no plano de desenvolvimento social concelhio, é constituído por acções obrigatórias e, quando existam, por acções não obrigatórias e deve apresentar uma projecção das acções a realizar nos 24 meses seguintes e conter:


a) Os objectivos a atingir pelo CLDS;


b) Os eixos de intervenção, as acções obrigatórias e não obrigatórias, bem como a sua descrição, a indicação da população a abranger por acção, a definição de metas quantitativas e qualitativas por acção, a definição de indicadores de execução da actividade e de resultados alcançados, o orçamento desagregado por acção, por rubricas orçamentais e por ano civil e correspondentes cronogramas físico e financeiro;


c) As entidades locais executoras das acções;


d) A identificação do coordenador do CLDS.


2 - Quando no mesmo território existam outros programas destinados a públicos alvo específicos, o plano de acção deve prever formas de articulação com os projectos desses programas, não podendo, contudo, as acções que venham a ser incluídas nos CLDS duplicar as acções desenvolvidas nesses projectos.


3 - O plano de acção é elaborado por uma equipa local constituída pelo núcleo executivo do respectivo conselho local de acção social (CLAS) e pela entidade coordenadora local da parceria.


4 - Nos territórios que integram mais de um CLAS, o plano de acção é elaborado por uma equipa constituída por dois elementos de cada núcleo executivo e pela entidade coordenadora local da parceria.


5 - Durante a fase de elaboração do plano de acção, as entidades locais executoras das acções procedem à selecção do coordenador técnico do CLDS, o qual deve possuir formação académica superior e um perfil que alie competências de gestão e de trabalho em equipa, bem como experiência na coordenação e dinamização de parcerias e reconhecimento por parte dos actores locais.


6 - A identificação do coordenador técnico do CLDS deve constar no plano de acção, acompanhada do curriculum vitae do candidato e declaração da sua afectação por período normal de trabalho a tempo completo e em exclusividade.


7 - O montante de financiamento previsto no plano de acção não pode exceder o limite máximo de financiamento a que se refere a norma XV, devendo ser consideradas, quando existentes, as receitas nele previstas.


8 - O plano de acção deve ainda conter acções não financiadas pelo Programa CLDS, entendidas pelo CLAS como importantes para a intervenção territorial a realizar, nomeadamente acções que mobilizem os recursos disponíveis na comunidade, promovendo o desenvolvimento integrado do CLDS em diversas áreas de intervenção, designadamente habitação, saúde, desporto, educação e reabilitação urbana.


9 - O plano de acção é submetido pelo núcleo executivo ou equipa constituída por elementos dos vários núcleos executivos, a parecer do CLAS ou dos CLAS dos diferentes concelhos que integram o território a intervencionar.


Norma XI

Aprovação do plano de acção


1 - Após a emissão do parecer do CLAS, referido no n.º 9 da norma anterior, o plano de acção é submetido a ratificação da câmara municipal ou câmaras municipais, mediante a verificação da pertinência da intervenção aos objectivos do Programa, da coerência entre o diagnóstico social, dos objectivos, das metas, das acções propostas e dos recursos a afectar ao CLDS e do cumprimento das regras estabelecidas no presente Regulamento.


2 - A câmara municipal ou câmaras municipais, em função dos resultados da apreciação do plano de acção efectuada nos termos do número anterior, pode propor alterações ao mesmo, que devem ser postas à consideração do núcleo executivo ou da equipa constituída pelos elementos dos vários núcleos executivos, sendo novamente sujeita a parecer do CLAS que ao aceitar as alterações as considera aprovadas.


3 - A existência de discordância entre as alterações propostas pela câmara municipal ou câmaras municipais e o parecer do CLAS ou dos CLAS é motivo de indeferimento da candidatura.


4 - Após a ratificação prevista nos n.os 1 e 2 da presente norma a entidade coordenadora local da parceria apresenta a candidatura ao ISS, I. P., da qual faz parte integrante o plano de acção, cujas signatárias são todas as instituições responsáveis pelas acções, para aprovação.


Norma XII

Formalização do CLDS


1 - Após aprovação do plano de acção é formalizado o CLDS, mediante a celebração de um contrato, do qual faz parte integrante o plano de acção, entre o ISS, I. P., a câmara municipal ou as câmaras municipais, a entidade coordenadora local da parceria e as entidades locais executoras das acções constantes do plano de acção, financiadas pelo Programa CLDS, onde são definidas as responsabilidades, direitos e obrigações de cada entidade no desenvolvimento do CLDS, bem como os termos e condições do seu financiamento.


2 - O contrato a que se refere o número anterior é celebrado pelo prazo de 12 meses, podendo ser revisto e renovado por acordo entre as partes até ao limite de dois anos, sendo neste caso elaborados novos planos de acção, tendo por base as projecções realizadas.


3 - Na renovação a que se refere o número anterior o ISS, I. P., toma em consideração a avaliação dos resultados físicos do CLDS, tendo por base um conjunto de indicadores de referência médios, definidos por aquele Instituto previamente à aprovação do plano de acção, para as acções obrigatórias atendendo a cada perfil territorial, previsto no n.º 1 da norma III.


4 - O acompanhamento da implementação do plano de acção cabe ao núcleo executivo da rede social ou à equipa constituída por elementos dos vários núcleos executivos, em conformidade com o n.º 4 da norma X, em articulação com a entidade coordenadora local da parceria.


Norma XIII

Coordenação dos CLDS e implementação as acções


1 - A coordenação dos CLDS cabe ao coordenador técnico seleccionado durante a elaboração do plano de acção, competindo-lhe:


a) Coordenar as diferentes acções do CLDS, assegurar as relações interinstitucionais dentro e fora do território a intervencionar, bem como realizar os relatórios previstos no presente Regulamento e garantir a execução orçamental;


b) Gerir os processos administrativos e financeiros de acompanhamento e de monitorização da execução das acções;


c) Implementar a recolha e difusão de toda a informação necessária à boa execução do CLDS;


d) Apoiar o processo de dinamização de parcerias no âmbito do desenvolvimento do CLDS, por forma a criar as melhores condições para o cumprimento das metas fixadas no plano de acção;


e) Promover a articulação das actividades do CLDS com as políticas nacionais e ou comunitárias na perspectiva da complementaridade das intervenções e da sustentabilidade do CLDS;


f) Dinamizar processos de mediação com os interlocutores considerados necessários à concretização dos objectivos do CLDS.


2 - Quando o território a intervencionar abranja mais de um concelho, admite-se que o coordenador seja coadjuvado por um técnico.


3 - Sempre que no âmbito do CLDS não sejam desenvolvidas todas as acções obrigatórias integradas nos quatro eixos de intervenção, um técnico do projecto acumula, com as suas funções de responsabilidade técnica na implementação das acções, as funções de coordenador técnico do projecto.


4 - A substituição do coordenador técnico do CLDS deve ser precedida de comunicação ao núcleo executivo da rede social ou equipa constituída por elementos dos vários núcleos executivos em conformidade com o n.º 4 da norma X e comunicada ao ISS, I. P., acompanhada do curriculum vitae do candidato e declaração da sua afectação por período normal de trabalho a tempo completo e em exclusividade.


5 - O não cumprimento do disposto nos n.os 1, 3 e 4 da presente norma pode determinar o não financiamento da remuneração relativa ao coordenador.


Norma XIV

Processo contabilístico e relatórios de execução e final


As regras relativas ao processo contabilístico dos CLDS, as obrigações de natureza administrativa e fiscal a que ficam sujeitas a entidade coordenadora local da parceria e as entidades locais executoras das acções, bem como a periodicidade e conteúdo dos relatórios de execução e final são fixadas no despacho previsto no n.º 2 da norma VI.


Norma XV

Financiamento do Programa CLDS


1 - São fixados no despacho previsto no n.º 2 da norma VI:


a) As condições de atribuição do financiamento;


b) O montante e os limites do financiamento;


c) O sistema de financiamento;


d) A formalização dos pedidos de pagamento e prestação de contas;


e) As despesas elegíveis e não elegíveis;


f) As alterações à decisão de aprovação;


g) Os factos e as condições que dão lugar à suspensão, redução, modificação ou extinção do financiamento;


h) Os factos e as condições que dão lugar à restituição total ou parcial do financiamento.


2 - O financiamento concedido ao abrigo do Programa CLDS não é cumulável com quaisquer apoios que revistam a mesma natureza e finalidade.


Norma XVI

Gestão, acompanhamento e avaliação do Programa


1 - A gestão do Programa CLDS é da competência do ISS, I. P.


2 - A gestão do Programa CLDS é exercida pelos serviços centrais do ISS, I. P., em articulação com os seus serviços distritais.


3 - O ISS, I. P., deve elaborar relatórios de execução física e financeira do Programa.


4 - Compete ao ISS, I. P., providenciar os instrumentos e os meios que garantam a realização de adequados processos de acompanhamento, controlo e avaliação da execução física e financeira do Programa, podendo recorrer para o efeito à contratação de entidades externas.


Norma XVII

Informação e publicidade


O ISS, I. P., adopta os procedimentos adequados de informação e divulgação relativos aos CLDS, nomeadamente mediante o desenvolvimento de iniciativas de carácter público junto dos territórios que forem considerados prioritários, no despacho previsto no n.º 2 da norma IV.


Norma XVIII

Normas orientadoras para a execução dos CLDS


As normas orientadoras para a execução dos CLDS são definidas no despacho previsto no n.º 2 da norma VI.

Normas orientadoras para a execução dos CLDS


As normas orientadoras para a execução dos CLDS são definidas no despacho previsto no n.º 2 da norma VI.




COMUNIDADE SOCIOAMBIENTAL JUSTIÇA CIDADANIA


Busco parcerias solidárias para implementar o CSJC, promovendo o novo despertar ético, existente na dimensão intrapessoal da massa sobrante, excluída pela minoria detentora do poder transnacional, de ter cidadania plena e consciência democrática participativa, porque desconhece a própria capacideda de sustentabilidade financeira, em sua própria comunidade geradora de vida em abundância. Quaisquer centelhas de esperança, entrar em contato imediato conosco.

PEDAGOGIA DA AUTONOMIA Paulo Freire
Raimundo N. Nery de Sousa

Apresento uma abordagem crítico-histórico-prático-tranformadora, acerca da idéia central do livro: Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa transformadora da realidade. Tendo como público alvo, docentes formados ou em formação transdisciplinar, inserindo-se na temática da prática responsível dos educadores (as), de posturas multidiversificadas, das áreas exatas e sociais. Destaco os aspectos mais importantes, ressaltados pelo educador Paulo Freire, tais como; Só existe docência com discência (A pessoa que ensina aprende a ensinar e a pessoa que aprende ensina ao aprender), pois, ensinar exige rigorosidade metódica, pesquisa, respeito aos saberes dos educandos (as), criticidade, responsabilidade ético-estética, corporeificação das palavras pelo exemplo-testemunho, risco-aceitação do novo-rejeição a qualquer forma de discriminação, reflexão crítica sobre a prática educativa, o reconhecimento- a assunção da identidade sociocultural. Ensinar é criar possibilidades à sua própria produção ou à sua construção (Ensinar é ser aberto à indagação, à curiosidade, às perguntas dos discentes), ensinar exige consciência participativa democrática responsável do inacabamento do ser humano-predisposto à mudança-à aceitação da multidiversidade de pensamento, o reconhecimento de ser condicionado-influenciado pelas forças sócio-econômoco-político-histórico-ideológico-teológico-culturais, respeito à autonomia-à dignidade de cada pessoa como imperativo ético emancipador da massa sobrante, o exercício do bom senso, humildade – tolerância-luta em defesa dos direitos dos educandos (as), apreensão da realidade transdisciplinar, alegria-esperança, a convicção de que a mudança é possível, o exercício da curiosidade. Ensinar é uma especificidade humana, que exige segurança-competência profissional-generosidade, comprometimento democrático-progressista, prática educativo-crítico-emancipadora da realidade transdisciplinar, exige liberdade de expressão-em defesa de direitos em face da autoridade dos pais-dos educadores (as)- do Estado, exige tomada de decisão consciente participativa democrática, escutar com discernimento ético, reconhecer que a educação é ideológica, exige disponibilidade ao diálogo construtivo, seriedade-afetividade docente (Abertura ao querer bem aos discentes de maneira igual-autêntica-acolhedora-específica do ser humano. Exponho a minha análise crítico-histórico-prático-emancipadora, aqui e agora, acerca da obra de Paulo Freire, que tenta resgatar de forma atualizada, leve, criativa, provocativa, corajosa, esperançosa, questões e probrematizações, que no dia-a-dia do educador (a), continuam a instigar o conflito e o debate enquanto sujeitos sócios-históricos-ideológicos).-(culturais). Perante o discurso fatalista transnacional, difundido pela minoria sanguinária detentora do poder administrativo-político-financeiro-psicológico-sociológico-biotecnológico-biocientífico-intelectual-cultural-religioso. Compartilho a visão probrematizadora acerca das dificuldades experienciadas pelos educadores(as), no processo de inclusão educativo-prático-emancipador, tais como: as condições de trabalho, salários baixos, descasos, formas de avaliação, capacitação e atualização de conteúdos, porque exercer a função de maneira eficaz, exige vocação, competência para defender a necessidade de transformação e aprofundamento na tarefa de melhorar as práticas educativas, capazes de despertar a visão democrática participativa.

A "CRISE" DOS VALORES MORAIS Marilena Chauir
Raimundo N. Nery de Sousa

Apresento uma abordagem crítico- histórico-prático-emancipadora, acerca da idéia central do texto: Público, Privado, Depotismo: a "crise" dos valores morais. Tendo como público alvo, pessoas formadas ou em formação transdisciplinar, inserindo-se na temática da prática responsível das pessoas formadoras de opiniões multidiversificadas, de posturas multidiversificadas, das áreas biológicas, saúde, exata humanas e sociais aplicadas. Destaco os aspectos mais importantes, ressaltados pela filósofa Marilena Chaui, tais como; Ruptura com a idéia de comunidade( una, indivisa, corporeificada na pessoa dirigente) e passagem à idéia de sociedade( dividida em interesses conflitantes, em classes antagônicas, em grupos multidiversificados),desprovida de centro e de identidade, construindo a esfera privada(como sociedade civil, burguesa, mercadológica) com aspiração à esfera pública(do poder e dos direitos socioambientais, cívicos,políticos,sociocultural); ruptura com a idéia e a prática teológico-política do poder ecoando na pessoa dirigente e passagem à idéia da dominação impessoal(Marx) ou da dominação racional(Weber) e das instituições públicas como conjunto regulador, controlador e fiscalizador da ação política: nascimento da idéia moderna de Estado- consciência participativa democrática responsìvel; distinção entre esfera privadados interesses, das paixões, vícios, virtudes e a esfera pública impessoal da multidiversidade de pensamento, das leis como campo simbólico da vontade do ser condicionado- influenciado pelas forças sócio-econômoco-político- histórico- ideológico-teológico- culturais, e dos direitos; passagem da idéia feudal e romântica da Constituição como caráter e espírito de um povo ou nação à idéia da Constituição como lei maior que regula o espaço público; passagem da idéia e da instituição da república representativa, à idéia e instituição da democracia representativa, baseada no sufrágio, no respeito à autonomia- à dignidade de cada pessoa como imperativo ético emancipador dos cidadãos no exercício do igual direito de ocupar os cargos público de direção, com humildade, tolerância, luta em defesa dos direitos dos socioambientais; surgimento da idéia de opinião pública como reflexão de um indivíduo ou grupo de indivíduos realizam a propósito de seus interesses e direitos e a expõe livremente em público, como defesa da liberdade de pensamento e opinião: quando os sente lesados ou prejudicados pelo poder público ou por outros grupos sociais corporativistas. Exponho a minha análise crítico-histórico-político-emancipadora, acerca da idéia central do texto de Marilena Chaui: a "crise" dos valores morais e políticos na pós-modernidade neoliberal transnacional, sob as mudanças do modo de produção capitalista(sociedade pós-ind´´ustrial), do enfraquecimento da manifestação política em defesa de direitos em face da autoridade e de um novo sujeito sóciopolítico( a contracultura dos movimentos sociais), difusão da ética da desigualdade, da cultura da violência e da insegurança. Compartilho a visão holística emancipadora, acerca da discussão, da exposição, da deliberação, do reconhecimento em público, das questões e problematizações dos valores morais, éticos, políticos, socioeconômicos, socioambientais, que exige tomada de decisão consciente participativa democrática, discernimento ético, disponibilidade ao diálogo construtivo, apostando no consenso e no equilíbrio da lógica da demanda e da lógica do necessário, frente a mentalidade fatalista do conformismo reacionário do pós- modernismo.



CHAUI, Marilena Ética: A "Crise" dos Valores Morais.
São Paulo: Companhia das Letras, 2007. 68 páginas.

BAMBU BRASILEIRO


O bambu é usado há muitos milênios na produção de uma miríade de artefatos úteis ou decorativos. Por sua característica tubular o bambu já agrega funções e adequações inerentes à sua forma. Sendo composto basicamente de longas fibras vegetais, pode ser moldado ou desfiado para novas aplicações. É essencial que se escolha o tipo certo de bambu e o modo correto de tratamento para cada aplicação.
No Brasil observamos o uso do bambu pelos indígenas. O livro “Dicionário da Arte Indígena Brasileira”, de Berta G. Ribeiro - Ed. Itatiaia Ltda./EDUSP, encontrado no Museu do Índio do Rio de Janeiro - revela um incrível panorama: prendedores de cabelo coloridos / pg. 189 (Cruatecasea spruceana), flautas de diversos tipos / pg.200, bastões ocos de ritmo / pg. 197, haste de flechas (Guadua angustifolia), carcás para setas de sarabatana (Guadua superba - “Taquaruçu”) e tubo de sarabatana (Arundinaria schomburgkii) / pg.245, facas e recipientes de taboca, pau ignígero de taquara, aspirador de rapé de taboca e cestas de taquarinha.
O homem rural brasileiro logo aprendeu a multiplicidade de usos desta planta, e passou a explorar suas potencialidades. Logo o brasileiro fabricava utensílios de cozinha e de mobiliário com grande habilidade, os artesãos formam suas oficinas, e essa cultura difunde-se no Brasil. É possível atualmente encontrar esses artesãos em muitas cidades brasileiras.
Foi a vez do cidadão urbano verificar a beleza, praticidade e versatilidade deste material. O bambu começou a ser implementado em objetos das cidades.